terça-feira, 30 de maio de 2023

14ª AULA: RECOMPOSIÇÃO SOBRE A ESTRUTURA INTERNA DA TERRA!

O professor retomou a aula anterior, e, de imediato, solicitou que os alunos lessem as páginas 95 a 101.

Com base na leitura, os alunos deveriam responder à seguinte questão: 

Diferentemente da ficção de Júlio Verne (1828-1905), o homem nunca fez uma "Viagem ao centro da Terra". Então, como pode ser que ele saiba a estrutura interna da Terra?

Enquanto isso, o professor avaliou o caderno dos estudantes.

terça-feira, 23 de maio de 2023

13ª AULA: ESTRUTURA INTERNA DA TERRA!

O professor fez uma fala a respeito do perfil da turma, que emergiu do Conselho de Classe. O professor destacou a importância de os alunos se empenharem e se esforçarem mais em relação ao seu estudo e aprendizado.

Feito isso, o professor retomou a aula anterior.

Em seguida, seguiu-se aula expositiva dialogada sobre a Estrutura Interna da Terra (ver ilustração, abaixo).

VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 95

Aconselha-se, para recompor alguns dos conhecimentos trabalhados em aula, que o aluno leia os texto abaixo, retirado de "VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 94-96":

Energia do sistema terrestre

Todo movimento e toda mudança de estado físico dependem de um gasto de energia. As principais fontes de energia do sistema terrestre têm duas origens: o Sol e O interior da Terra.

A radiação solar é fonte de energia externa responsável por inúmeros fenômenos que ocorrem na superfície terrestre: as variações de temperatura, os ventos, o ciclo da água e a modelagem do relevo são alguns exemplos.

A energia vinda do interior do planeta é responsável pelo vulcanismo, pelos terremotos, pelos maremotos e pela formação de diversas formas de relevo observadas na superfície terrestre.

Ha ainda outras fontes de energia que exercem alguma influência sobre a Terra, como aluz das estrelas, a atração exercida pela Lua, os choques provocados pelos meteoritos na atmosfera e na superfície terrestre, e os movimentos da Terra, sobretudo o de rotação, que exerce influência sobre a direção dos ventos e das correntes marítimas.

Contudo, nenhuma dessas outras fontes de energia exerce impacto e influência tão grandes quanto a do Sol e do interior da Terra.

A crosta terrestre, ou litosfera, é a camada sólida e superficial da Terra, composta de rochas e minerais. Costuma ser comparada a casca de um ovo, pois sua espessura é pequena em relação ao tamanho total do planeta. Nela é possível distinguir:

* acrosta continental, que forma os continentes e apresenta áreas com profundidade entre 30 quilômetros e 80 quilômetros de espessura;

* a crosta oceânica, com menor espessura, situada abaixo dos oceanos e mares.

O manto situa-se sob a crosta terrestre. Sua profundidade chega a até 2 900 quilômetros. Uma grande parte do manto encontra-se na forma viscosa, ou seja, na mesma forma do magma. Isso explica por que blocos da crosta terrestre — as chamadas placas tectônicas, que estudaremos mais a frente —- se encontram em movimento, como se deslizassem lentamente sobre componentes escorregadios.


Viscoso: pastoso, pegajoso.

Magma: massa mineral viscosa, em estado de fusão, ou seja, entre o estado sólido e o liquido. Esta situada a grande profundidade da superfície terrestre. O magma se solidifica quando resfria, dando origem as rochas ígneas.

O núcleo da Terra, unidade central do planeta, é formado por materiais bem mais densos que os do manto ou da crosta, com predomínio de níquel e de ferro. As temperaturas nessa área são elevadíssimas: chegam a atingir cerca de 4800 °C.

Apesar das elevadas temperaturas, acredita-se que o centro desse núcleo, chamado núcleo interno, seja sólido em razão da imensa pressão exercida pelas camadas superiores a ele. O núcleo interno começa em cerca de 5.150 km e vai até o centro do planeta, que esta a 6371 km de profundidade. Além disso, provavelmente, o núcleo externo que o envolve, em estado de fusão, é viscoso. Começa a cerca de 2.900 km e vai até 5 150 km de profundidade.

Outro fenômeno importante para se compreender melhor o interior da Terra é o chamado grau geotérmico, isto é, o aumento progressivo da temperatura conforme se adentra o núcleo do planeta. A cada 30 metros de profundidade na litosfera, em média, a temperatura aumenta cerca de 1 °C. Mas abaixo da litosfera esse aumento é maior, dai a temperatura chegar até os 4800 °C no interior do planeta.

Outro elemento importante para entender as diferentes camadas internas da Terra é a ação da gravidade, que você já viu no capitulo 4. Como o planeta é, provavelmente, um dos fragmentos da nebulosa que deu origem ao Sistema Solar, durante bilhões de anos ele foi esfriando e, gradativamente, passando do estado gasoso para os estados liquido e sólido. Nesse processo, os materiais mais densos concentraram-se no núcleo da Terra e os menos densos ficaram mais próximos da superfície. E semelhante ao que ocorre quando se misturam vários materiais em um recipiente: os mais leves, como a água, ficam na superfície, e os mais pesados ou densos permanecem no fundo.

terça-feira, 16 de maio de 2023

12ª AULA: AS ESFERAS TERRESTRES: HIDROSFERA, ATMOSFERA, LITOSFERA E BIOSFERA!

 Aula expositiva dialogada sobre as esferas do planeta Terra, a saber:

Litosfera: do grego antigo λίϑος , lithos ("pedra") + σφαῖρα, sphaira ("esfera"), é a camada de rochas da Terra. Pode ser dividida em placas, mais especificamente, as Placas Continentais e Placas Oceânicas; as primeiras têm espessura mais grossa, entre, aproximadamente, 250km e 350km; as segundas, mais finas, podem variar entre, aproximadamente, 10km e 70km.

Aspecto artístico computacional de como seria a Terra sem atmosfera, hidrosfera e biosfera, ou seja, somente a litosfera é apresentada nesta ilustração.
Fonte: ADAMS, Mark. If Earth had no atmosphere, would its landmass (the continents, for example) look the same, but without life? (Se a Terra não tivesse atmosfera, sua massa terrestre (os continentes, por exemplo) pareceria a mesma, mas sem vida?). In: Quora. Disponível em: <https://qr.ae/pynMDs>. Acesso em 16 de mai., 2023

Atmosfera: do grego antigo ατμός , atmós ("vapor") + σφαῖρα, sphaira ("esfera"), é a camada de gases da Terra. Gases, dentre os quais, o oxigênio, é o mais importante à vida humana.

Aspecto da atmosfera o fino envelope de gases que envolve a Terra!

Hidrosfera: do grego antigo ὕδωρ , húdōr ("hidro", "água") + σφαῖρα, sphaira ("esfera"), é a camada de águas da Terra: mares, oceanos, lagos, arroios, rios, geleiras, aquíferos, enfim, todos os tipos de corpos d'água presentes na Terra.

Aspecto da hidrosfera em uma de suas menores unidades de medida, a gota d'água!

Biosfera: do grego antigo βίος , bíos ("vida") + σφαῖρα, sphaira ("esfera"), é a camada de vida do planeta Terra, todos os seres vivos, desde os presentes no holobionte (vide ilustração abaixo) até chegar aos outros seres vivos mais complexos, mamíferos. 

Aspecto artístico do holobionte; o ser humano tem, aproximadamente, 4kg de seu peso corpóreo composto de outros seres vivos: flora (intestinal), fungos, vírus e bactérias, por exemplo.
Fonte: Ilustração original em aquarela sobre papel fine art. Holobionte - Chana de Moura. Disponível em: <https://www.calafia.com.br/produtos/holobionte-chana-de-moura/>. Acesso em 16 de mai., 2023

Para recompor alguns dos aprendizados objetivados nesta aula, aconselha-se a leitura do texto abaixo, retirado de "VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 91-93":

SUPERFÍCIE TERRESTRE

Os seres humanos ocupam apenas uma parte da Terra: a superfície, pois o centro do planeta, as altas camadas atmosféricas e o fundo do mar não lhes oferecem condições de vida adequadas. 

Pode-se dizer, então, que o espaço geográfico compreende toda a superfície terrestre, pois esse é o espaço que os seres humanos ocupam e modificam continuamente. 

Exemplos de alteração feita pelos seres humanos na superfície terrestre são edifícios, estradas, pontes, túneis e campos de cultivo. Na verdade, a humanidade sempre alterou o meio ambiente, principalmente após o controle do fogo, há mais de 100 mil anos, e depois, com a Revolução Neolítica, há cerca de 12 mil anos, quando os seres humanos deixaram de ser apenas caçadores e coletores de frutos nas matas e passaram a praticar a agricultura. Mais recentemente, com a Revolução Industrial, iniciada em meados do século XVIII o trabalho humano sobre a natureza passou a se expandir continuamente, com o advento de novas máquinas, de tratores e escavadeiras, o uso de explosivos para abrir caminhos nas montanhas, etc.

A superfície terrestre corresponde a uma camada de mais ou menos 25 quilômetros de espessura, na qual as esferas do planeta se inter-relacionam, Foi nela que a vida se desenvolveu e ainda se desenvolve, Vamos entender o que é cada uma dessas esferas ou partes do sistema terrestre.

A agricultura é um exemplo de atividade humana que transforma o espaço 
geográfico. A imagem mostra um relevo que provavelmente foi aplainado para o 
cultivo e substituiu a vegetação original. A modificação tem aspectos positivos (о 
aumento da produção de alimentos) e negativos (os desmatamentos e a perda 
de biodiversidade). Colheita de soja em Londrina (PR), em 2018.


A imagem mostra o município de Sorocaba (SP) em 2018. Nas cidades, as
 transformações das paisagens podem ser observadas pela criação de um espaço
 artificial, humanizado, com o asfaltamento das vias, a construção de edifícios,
 casas, avenidas, e a intensa circulação de pessoas, sobretudo devido ao uso de
 veículos automotores.

 

Litosfera

A litosfera, ou crosta terrestre, é a porção sólida da Terra. É constituída de rochas e minerais e compõe todos os continentes, as ilhas e o assoalho dos mares e oceanos. 

Os continentes e as ilhas, que constituem as terras emersas, são as partes da litosfera ocupadas pelos seres humanos. A superfície terrestre, contudo, não abrange toda a litosfera. Ela chega, no máximo, a 12 quilômetros de profundidade. Em diferentes profundidades dessa camada, encontram-se as riquezas do subsolo, como os minérios e os recursos energéticos, e também as diversas formas de vida existentes no planeta.


Hidrosfera

A hidrosfera é o conjunto das águas da superfície terrestre: os mares, os oceanos, os rios, os lagos, a água subterrânea, as geleiras e a água presente na atmosfera. A porção da hidrosfera com a qual o ser humano mais interage é a que se aprofunda até cerca de um quilômetro. Dessa faixa, ele extrai água, alimentos —
como peixes, algas, crustáceos — e recursos minerais e energéticos. Já no assoalho dos mares e oceanos, onde se encontram jazidas de petróleo, por exemplo, a profundidade pode chegar a 12 quilômetros.

A enorme parte liquida — os mares e oceanos, que ocupam cerca de 71% dos 510 milhões de km² da superfície terrestre — também é aproveitada pelos seres humanos de diversas formas, especialmente para o transporte: mais de 90% do comércio internacional é realizado por meio de navios. Alem do transporte de pessoas e mercarias feito na superfície dos mares e rios, são construídas barragens e usinas para a geração de energia elétrica, as hidrelétricas.

Infelizmente, a hidrosfera é muito afetada por resíduos líquidos e sólidos (lixo e esgotos diversos), o que contamina as águas e prejudica a vida dos seres aquáticos.

A hidrelétrica de Mauá, no Paraná, foi construída no rio Tibagi, entre os municípios paranaenses de Telémaco Borba e Ortigueira. Ela utiliza a força águas do rio para gerar energia elétrica e abastecer cerca de 1 milhão de pessoas. Observe na imagem a presença da hidrosfera (o rio), mas também das demais esferas que compõem o planeta: litosfera, biosfera e atmosfera (que não pode ser vista, mas que está presente. Foto de 2015.

Atmosfera

A atmosfera é a camada gasosa que envolve a Terra. E constituída principalmente de oxigênio e nitrogênio, além de outros gases, e de água. A atmosfera tem pouco mais de 800 quilômetros de espessura e divide-se em diversas camadas, de acordo com a predominância de gases que compõem cada uma delas. O ar que respiramos se concentra na parte que fica mais próxima da superfície terrestre, a uma altura de no máximo 12 quilômetros. E nessa parte que ocorrem os fenômenos meteorológicos, como as chuvas, as nuvens, os ventos, e é onde circula a maioria dos avides.

Biosfera

A biosfera surge na intersecção das demais esferas: litosfera, hidrosfera e atmosfera. E a parte da superfície terrestre onde se encontram todos os seres vivos, como animais, vegetais e microrganismos, matéria orgânica, além de elementos inorgânicos, que permitem ou sustentam a existência da vida no planeta, como o solo, o ar, a água, a radiação solar, etc. Ao estudar mais sobre os solos no próximo capitulo, você observará um exemplo da importante inter-relação entre matéria orgânica e elementos inorgânicos para o desenvolvimento da vida no planeta Terra.

(Fonte: VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 91-93. Disponível em: <https://api.plurall.net/media_viewer/documents/2597764>. Acesso em: 16 de mai., 2023)

terça-feira, 9 de maio de 2023

11ª AULA: CORREÇÃO DA AVALIAÇÃO SEM CONSULTA!

O professor devolveu as avaliações sem consulta devidamente corrigidas e com os conceitos. De posse delas, os alunos, utilizando-se de consulta aos cadernos, responderam a prova novamente, ou ainda, corrigiram as mesmas por si.

Enquanto isso, o professor orientou os alunos (cinco), que haviam faltado à aula anterior, a responderem à prova, sem consulta, como foi conduzida ao demais na semana anterior.

terça-feira, 2 de maio de 2023

terça-feira, 25 de abril de 2023

9ª AULA: A TERRA: MOVIMENTOS (TRANSLAÇÃO, NUTAÇÃO E PRECESSÃO DOS EQUINÓCIOS)!

Com o auxílio de um Globo Terrestre, o professor retomou a aula anterior, sobre o movimentos de rotação. 

Em seguida, passou, através de aula expositiva dialogada, a explicar os movimentos de translação, nutação e precessão dos equinócios.

Para recompor os conhecimentos trabalhados, o professor recomenda que os alunos assistam o(s) vídeo(s), baixo:

Videoaula a respeito do Movimento de Rotação.

Videoaula sobre o Movimento de Translação.

Videoaula que versa sobre os movimentos de Nutação e Precessão dos Equinócios.

terça-feira, 18 de abril de 2023

8ª AULA: A TERRA: FORMAÇÃO E MOVIMENTOS (A ROTAÇÃO)!

O professor retomou a aula anterior, e, de imediato, através de aula expositiva dialogada, explicou sobre a formação da Terra e sobre o movimento de rotação.

Aspecto do quadro magnético da aula, com a interação da aluna Brenda Pires.

Alguns dos elementos vistos na aula, foram:

- "Terra, planeta água"? (Guilherme Arantes (1953 - ), com sua música, estaria certo? Os gregos erraram? A Terra desde ser chamada de "Planeta Água"?)
- os quatro elementos: a terra, a água, o fogo e o ar (cf. Empédocles (495 a.C.-430 a.C.))...
- a formação da Terra: Teoria da Acreção
- Movimentos da Terra: a rotação: descrição do movimento, a duração, o que ele gera, a velocidade e o sentido

Aspecto da quadro magnético da aula.

Obs.: aconselha-se, para recompor, os conhecimentos trabalhados nesta aula, que os alunos acessem os Links presentes no teto acima. 

terça-feira, 11 de abril de 2023

7ª AULA: SPACES E CLASSROOM!

Nesta aula, o professor, com o uso dos Chromebooks, cada aluno com o seu, introduziu os estudantes no Spaces do/ no Gmail e no Classroom!!!


Estes espaços virtuais, além do presente blog, serão, doravante, mais constantemente usados para os estudos!!!


Aspecto do Spaces das turmas no  Gmail.

Aspecto do Classroom das turmas.


terça-feira, 4 de abril de 2023

6ª AULA: O "BIG BANG"!

O professor retomou a aula anterior, sobre O Universo.

Em seguida, prosseguiu com aula expositiva dialogada sobre a Teoria do Big Bang.

O professor explicou que uma teoria deve envolver o Método Científico, a saber:

→  a observação de um fato na Natureza: no caso desta aula: observar o próprio Universo

→ a formulação de um problema: no caso desta aula: como o Universo foi formado? (note-se que o tal do problema é sempre uma pergunta - termina com ponto de interrogação)

→ a formulação de hipóteses (que são possíveis respostas/ explicações): no caso da aula de hoje: o Universo deve ter tido uma Origem...

→ a busca por evidências: no caso da aula de hoje: buscar, através da observação, e até mesmo de experimentações, provas ou indícios de que a teoria está correta

Feito isso, depois de ter escrito no quadro sobre George Lemaître (1894-1966), o, por assim dizer, pai da Teoria do Big Bang, o professor explicou sobre as noções de Átomo Primordial (ou Ovo Cósmico) e Singularidade, bem como, sobre e as duas principais evidências que corroboraram a referida teoria.

Aspecto de como ficou o Quadro Magnético da aula!


Para que os alunos possam recompor os conhecimentos trabalhados, bem como, estudar mais e aprofundar o que foi visto, aconselha-se os documentários, abaixo:

SOBRE A RADIAÇÃO DE FUNDO:

CARL SAGAN: A "Fuga para o Vermelho", "Expansão do Universo" (ou Efeito Doppler)
Fonte: Disponível, em: <https://www.youtube.com/watch?v=K-0z8S-GJhw>. Acesso em 04 de abr., 2023.


TUDO SOBRE O BIG BANG:

The History Channel: Universo, Além, Big Bang.
Fonte: Disponível em <https://www.youtube.com/watch?v=xQOgXcQpTnU>. Acesso em: 04 de abr., 2023.

Aconselha-se ainda, pelas mesmas razões acima apresentadas, a saber: para recompor os conhecimentos trabalhados em aula, bem como, estudar mais e aprofundar o que foi visto, aconselha-se a leitura da apostila, abaixo: 

terça-feira, 28 de março de 2023

5º AULA: O UNIVERSO!

Aula expositiva dialogada sobre o Universo.

Aconselha-se, desde já, para recompor algum dos conhecimentos trabalhados, que o aluno leia a apostila abaixo.

::: ORIGEM E DIMENSÕES DO UNVERSO :::

É interessante, ainda, dar uma olhada, novamente, nas anotações feitas em aula.

Aspecto do quadro magnético da aula!


terça-feira, 21 de março de 2023

4º AULA: quarta e última ideia-força sobre o porquê de estudar!

O professor retomou as aulas passadas, e, por meio de aula expositiva dialogada, explicou a 4ª Ideia-Força, retirada do livro "Educar pela pesquisa", do sociólogo catarinense Pedro Demo (1941-).

Em seguida, o professor solicitou uma redação com uma nova resposta à pergunta "por que você estuda?", agora, com base no que foi estudado.

Aspecto do quadro da aula!


terça-feira, 14 de março de 2023

3º AULA: Nunca abandonar uma pergunta!

Neste encontro, o professor ministrou aula expositiva dialogada sobre a Ideia-Força 3, retirada do livro "O Pequeno Príncipe", do famoso escritor francês Antoine de Saint-Exupéry (1900-1944), e que diz, que: nós nunca devemos deixar uma pergunta sem a devida resposta.

Aconselha-se, para recompor as noções que o professor (re)contruiu na aula, aconselha-se o vídeo abaixo: 



terça-feira, 7 de março de 2023

2ª AULA: Estudar para si mesmo (e pensar por si mesmo)!

Aula expositiva dialogada sobre a Ideia-Força 2, que servirá de base para o Ano Letivo; retirada do livro "Escritos sobre educação", do filósofo alemão Friedrich Nietzsche (1844-1900); e que diz que: devemos estudar para nós mesmos!

Para recompor os aprendizados mais ou menos fixados na aula, aconselha-se o Podcast abaixo:


terça-feira, 28 de fevereiro de 2023

1ª AULA: INÍCIO DO ANO LETIVO!: o estudo como a maior riqueza!

 Nesta aula o professor conversou com os alunos, fez os acertos, bem como, deu as orientações para o Ano Letivo.

A fim de encaminhar algumas noções importantes para a vida estudantil dos alunos, algumas "ideias-força", já trabalhadas com outras turmas, em anos anteriores, foram introduzidas, nomeadamente: a do conhecimento como a única coisa que não pode ser tirada da pessoa, noção retirada do livro "O Conde de Monte Cristo", de Alexandre Dumas (1805-1870).

Para recompor os aprendizados relacionados, aconselha-se o vídeo abaixo:



quinta-feira, 17 de novembro de 2022

CÁLCULO DE ESCALAS!

Aula expositiva dialogada sobre o Cálculo de Escalas.

O professor, desde um desenho, no quadro magnético, procurou fazer com que os alunos entendessem e desenvolvessem o pensamento de, por assim dizer, "trazer a representação (mapa (centímetro (cm))) de volta à realidade (terreno (quilômetro (km)))", processo que nada mais é do que uma multiplicação, bem como, o processo inverso, qual seja, o de "trazer a realidade (terreno (quilômetro (km))) ao papel, à representação (mapa (centímetro (cm))), processo que nada mais é do que uma divisão.

O aspecto do desenho referido acima, pode ser observado na fotografia abaixo:

Desenho feito pelo professor que encaminha o entendimento de que a realidade, o terreno é sempre maior do que a sua representação, o mapa, e, portanto, nos cálculos de escala, se estiver envolvido no cálculo, sempre deve ser dividido; bem como se não estiver envolvido, os outros elementos devem ser multiplicados.

Como se pode ver, na fotografia acima, ao mesmo tempo em que a explicação foi feita, problemas de cálculo de escalas foram propostos.

O aspecto do quadro do restante da aula, pode ser observado, abaixo:

Aspectos dos demais problemas de cálculo de escalas propostos durante a aula.

quinta-feira, 3 de novembro de 2022

sexta-feira, 28 de outubro de 2022

ESCALA E CONVERSÃO DE UNIDADES DE MEDIDA!

O professor retomou a aula passada, com uma série de perguntas.

Feito isso, passou à aula expositiva dialogada sobre Escala, passando o conceito no quadro magnético, e, explicando os tipos dela, a saber:

- escala gráfica

- escala numérica

Em se tratando de escala numérica, o professor explicou as partes constituintes dela: numerador, símbolo da razão, divisão e denominador.

O professor explicou a relação entre o numerador e o denominador no que tange à proporção, propondo o seguinte exemplo: se uma das alunas, de 1,50m (ou 150cm) de altura, fosse representada por uma boneca exatamente igual, e com 75cm de altura, qual seria o denominador da escala? Muitos acertaram que o denominador deveria ser "2", ou seja, a aluna haveria sido reduzida pela metade, dividida por "2".

Em seguida, o professor ofereceu outro problema, onde uma quadra do bairro, de 100m de lado, havia sido reduzida, em uma improvável maqueta de 100m de lado. Perguntava-se, novamente, qual seria o denominador da escala. Novamente, muitos acertaram que a relação seria de 1 : 3, ou seja, que a quadra, havia sido dividida por "3".  

Dando sequencia, o professor explicou a respeito de o ser humano, desde os primórdios, sempre querer medir, pesar, comparar, enfim, sempre querer mensurar as coisas. Foi explicado que, em virtude disso, a humanidade sempre usou unidades de medida diversas, tais como, o braço, o cúbito, o pé, a polegada, entre outras. O professor deixou claro que as mencionadas unidades de medida sempre foram problemáticas e imprecisas, porque totalmente variáveis uma vez que usam, como parâmetro, o corpo humano. 

Diante dessa espécie de problemática para se achar e usar uma unidade de medida adequada, o professor explicou o estabelecimento do metro, pelos franceses.

Uma vez feita essa explicação, o professor escreveu no quadro a esquematização da Escala Métrica, e, em seguida, passou a explicar e cobrar, em exercícios, conversões usando a mesma.

Os aspectos da aula podem ser retomados observando as fotografias abaixo, que trazem aspectos do quadro magnético.

Aspecto da parte 1 de 3 do quadro magnético da aula

Aspecto da parte 2 de 3 do quadro magnético da aula

Aspecto da parte 3 de 3 do quadro magnético da aula

quinta-feira, 20 de outubro de 2022

CARTOGRAFIA E ALFABETIZAÇÃO CARTOGRÁFICA (RELAÇÕES DE PROPORÇÃO ENTRE TERRENO E MAPA: A ESCALA)!

Através de aula expositiva dialogada, o professor iniciou a instrução a respeito da Cartografia e das Escalas. 

O conceito de Cartografia foi definido como:

A arte e a ciência de produzir mapas.

O professor explicou acerca da dificuldade em se passar a superfície esférica da Terra para uma superfície plana, o mapa.

Instruiu, ainda, a respeito das imprecisões dos mapas, em virtude das Projeções, noções das quais emerge o seguinte:

"O mapa é sempre uma mentira" (cf. Mark Monmonier e seu "How to lie with maps")

O professor passou ainda no quadro magnético uma espécie de desenho que pretendia ser um infográfico explicativo da relação de proporção entre a realidade, o terreno e a sua  representação, o mapa.

O desenho ficou mais ou menos assim, agora melhorado por editor de imagem:

Infográfico que representa a lógica do processo de redução que acontece para fazer a realidade, o terreno, caber na representação, no mapa, bem como, a forma correta de ler a escala numérica, e o nome de cada um de seus elementos (numerador ("1"), o símbolo de divisão (razão (":")) e denominador ("50.000").
Fonte: O Autor.

Uma vez explicada o ilustração, o professor colocou no quadro o conceito de escala, a saber:

A relação de proporção entre o terreno e o mapa.

Feito isso, o professor explicou como cada um dos elementos da escala numérica está relacionado à, por assim dizer, tripartite mapa, proporção e terreno, respectivamente; o numerador, relaciona-se ao mapa; o símbolo de divisão (razão), à relação que é feita;  o denominador, ao terreno.

Avançando nas explicações, através de exemplo, escritos no quadro, também foi mostrado que, quando maior for o denominador de uma escala numérica, menor será a representação (mapa) resultante dela, e, quanto menor for ele, maior será a representação, ou ainda, mais próxima do real/ terreno.

Concluiu-se que, nas escalas, há uma relação inversamente proporcional.

Abaixo, os aspectos do quadro magnético:


Aspecto do quadro magnético da aula (parte 1 de 3)

Aspecto do quadro magnético da aula (parte 2 de 3)

Aspecto do quadro magnético da aula (parte 3 de 3)

quinta-feira, 13 de outubro de 2022

UNIDADES DE RELEVO!

Nesta aula o professor Donarte não esteve presente, tinha atendimento médico. 

Então, o professor substituto aplicou atividade (cujo material pode ser consultado, ::: AQUI :::), que versava sobre unidades de relevo, e que que deveria ser respondida com base na leitura das páginas 130 a 133, de "VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018".   

quinta-feira, 6 de outubro de 2022

OS TIPOS DE SOLOS E OS PROBLEMAS OS AFETAM!

Aula expositiva dialogada sobre os tipos de solos...

A aula foi feita tendo por base a leitura partilhada e a interpretação de texto didático versando sobre o assunto.

O texto pode ser revisto, ::: AQUI :::.

A aula seguiu com o professor explicando os problemas que  podem acometer os solos.

Dentre os elementos vistos na aula, merece destaque:

- lixiviação: acontece com a lavagem do solo pela água da chuva, quando a água da chuva leva os nutrientes do solo embora

- salinização: ocorre quando, por conta de uma irrigação que usa um método incorreto, ou mesmo pela ação das chuvas oceânicas, o solo fica com excesso de sais minerais

- compactação: quando o solo, por compactação, perde a sua porosidade, e, assim, não tem mais como absorver oxigênio e/ ou água: o pisoteio do gado pode causar isso, bem como, o trânsito de tratores

- contaminação química: como o nome já diz, é quando o solo fica contaminado por químicas pesadas, tais como, as causadas por metais pesados (rejeitos de minério de ferro, por exemplo), pesticidas, agrotóxicos e o lixo (eletrônico ou não)

- desertificação: quando mudanças climáticas causadas pelo próprio ser humano, alteram o regime das chuvas, e, por conseguinte, tornam os solos desérticos

- arenização: ocorre quando os solos passam a se apresentar desérticos, mas o clima (o regime de chuvas) não. Por outras palavras: independentemente de mudança climática, ou seja, o clima não é alterado (as chuvas continuam), e, mesmo assim, os solos passam a se apresentarem desérticos. Isso acontece, justamente, por causa das camadas mais profundas do próprio solo, que, quando são compostas por arenitos, ao perderem as suas camadas superiores, passam a se desagregar. Normalmente isso é resultado, também do pisoteio do gado ou do desmatamento; as camadas mais superficiais do solo são arrancadas, descobrindo, assim, as camadas areníticas mais profundas, que, por sua vez, sofrem o processo de desagregação acelerado. Ou seja, a arenização, inicia em pequenas áreas, até que, após algum tempo, ao invés de o solo se recuperar, desagrega-se ainda mas, formando extensas áreas desérticas.

quinta-feira, 29 de setembro de 2022

FECHAMENTO DO TRIMESTRE!

Nesta aula, o professor separou a turma equidistantemente na sala de aula e ministrou uma avaliação sem consulta. A avaliação estava prevista já desde o dia 08 de set. e não não havia ainda sido aplicada porque, de lá para cá, por três oportunidades, atividades culturais da escola utilizaram o todo ou as partes dos períodos de Geografia.

quinta-feira, 22 de setembro de 2022

CONCERTO!

Os alunos foram ao "Concertos Didáticos Banrisul", assistir a Orquestra do Theatro São Pedro no Theatro São Pedro, com regência de Evandro Matté.

No Instagram do teatro é possível ler:

A Orquestra Theatro São Pedro abre as inscrições dos Concertos Didáticos Banrisul, que serão realizados nos 03, 24 e 31 de outubro e 21 de novembro, em dois horários: 10h e 14h30. O concerto visa apresentar aos estudantes do Ensino Fundamental – do 3º ao 6º ano – o universo da música orquestral em concertos gratuitos, com duração de 80 minutos, em um misto de aula e diversão no teatro mais famoso do estado: o Theatro São Pedro.

Com regência do maestro Evandro Matté, o repertório é composto tanto por obras eruditas quanto populares, de autores brasileiros e estrangeiros. Haverá ainda a participação especial da Orquestra Jovem Theatro São Pedro e do mestre de cerimônias Abelardo, personagem interpretado pelo ator Mario De Ballentti.

[...]

O projeto tem o patrocínio da Stihl, Gerdau, Banrisul Corretora de Seguros e BRDE; apoio MBZ Advogados e Dufrio; Planejamento Cultural da Associação Pró-Música de Porto Alegre; realização Fundação Theatro São Pedro, Secretaria de Estado da Cultura, Secretaria Especial da Cultura e Ministério do Turismo.



 


quinta-feira, 15 de setembro de 2022

AVALIAÇÃO SEM CONSULTA ADIADA!

Para esta aula, estava marcada uma  avaliação sem consulta. Porém, a mesma não pode ser aplicada em virtude da Semana Farroupilha da E.M.E.F. Porto Novo, da Tarde de Atividades Tradicionalistas.


Deste modo, a avaliação foi transferida para a próxima aula.

Observe-se que, na publicação sobre a aula passada, no final do texto, consta uma identificação listada com os conteúdos que vão cair na prova.

quinta-feira, 8 de setembro de 2022

O GEODO E SUA FORMAÇÃO DENTRO DA ROCHA MAGMÁTICA INTRUSIVA!

Ao longo do 8º período (das 14h50min. às 15h45min.), professor aproveitou e valorizou o mineral trazido para a sala de aula pela aluna ANA L. POZZEBON, e, com base na observação do mesmo, por parte da turma, guiada pelo professor, ministrou aula expositiva dialogada sobre a formação do geodo, explicando a formula química (SiO2) - a ametista, a ágata - e a área de maior incidência destes materiais gemológicos no Rio Grande do Sul.

Aspecto de um geodo de amestista. Fonte: imagem de Internet (da "elo7.com.br)

  

Aspecto de um geodo de ágata.
ÁGATA. In: WIKIPÉDIA, a enciclopédia livre. Flórida: Wikimedia Foundation, 2020. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=%C3%81gata&oldid=57221697>. Acesso em: 19 jan. 2020.

Mapa Gemológico da região sul do Brasil (PR, SC e RS), indicando as principais unidades geológicas e as áreas de ocorrência de materiais de interesse gemológico. Modificado de Juchem et al. (2009).
JUCHEM, Pedro Luiz; DE BRUM, 
Tania Mara Martini ; RIPOLL, Victor Mabilde. O LABORATÓRIO DE GEMOLOGIA DA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL. Laboratório de Gemologia. Departamento de Mineralogia e Petrologia. Instituto de
Geociências, UFRGS: Porto Alegre, 2019



::: E ATENÇÃO, ATENÇÃO, ::: 

::: ATENÇÃO!!! ::: 

Haverá avaliação sem consulta na próxima aula, dia 15 de set.. o material para estudo pode ser acessado, nas últimas aulas, e, ::: ABAIXO: ::: 

→ Sobre a Litosfera, ::: AQUI :::

→ Sobre a Estrutura Interna da Terra, ::: AQUI :::

→ Sobre Placas Tectônicas, ::: AQUI :::

→ Sobre os limites entre placas tectônicas, ::: AQUI :::

→ Sobre os Tipos de Rochas,::: AQUI :::

→ Sobre os Impactos Socioambientais da Mineração,  ::: AQUI :::

BONS ESTUDOS!!!!!!!

segunda-feira, 5 de setembro de 2022

IMPACTOS SOCIOAMBIENTAIS DA MINERAÇÃO!

O professor retomou a aula anterior, chamando a atenção para as diferenças entre mineral e minério.

A respeito disso, é interessante reler os últimos parágrafos da antepenúltima aula.

Em seguida, passou à aula expositiva dialogada sobre os impactos socioambientais da mineração.

A aula teve como base um texto didático retirado de "VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 114-115", que pode ser revisitado, ::: AQUI :::.

quinta-feira, 25 de agosto de 2022

TIPOS DE ROCHAS!

Brevemente, o professor retomou a aula anterior. Foram relembrados, os seguintes elementos:

→ elementos químicos formam minerais

→ minerais formam rochas

→ minerais que têm grande valor econômico são chamados de minérios

→ assim, nem todo mineral é minério, bem como, nem todo minério é mineral, ou seja

→ o ferro é um minério, e, no entanto, não é um mineral. Pelo contrário, ele é um metal, bem como, o ouro, a prata e o alumínio também são  metais. Já o diamante, por exemplo, é um minério, e, também, é um mineral

→ as rochas são agregados que, quando em condições normais de temperatura e pressão, apresentam-se em estado sólido. Tirante os únicos dois minerais que, também em estado normal de temperatura e pressão, estão em estado líquido, a saber: a água e o mercúrio

Em seguida, passou a explicar, através de aula expositiva dialogada, os Tipos de Rocha, a saber:

►Rochas Ígneas: são as rochas formadas à partir e desde o manto pastoso da Terra. Através de seu resfriamento. Formadas graças ao resfriamento do magma viscoso. Recebem este nome em virtude da língua latina, na qual igneus é fogo. 

Elas também são chamadas de Rochas Magmáticas, podendo ser de dois tipos:

→ Rochas Magmáticas Intrusivas: conforme o nome já indica (intruso), são formadas no interior da Terra, dentro da Crosta. São formadas, então, através de um resfriamento lento, no qual, há tempo para a formação de cristais bem formados e heterogêneos.

Exemplos:

Aspecto de uma pedaço de granito de, aproximadamente, 10cm de lado. Escala (3 cm) diretamente sobre a rocha.


Aspecto da coloração de variados tios de granito. É importante ressaltar que há variados "tipos" de granito.

Aspecto da pia de uma cozinha feita de granito maciço. O granito é frequentemente utilizado em cozinhas e banheiros.

→ Rochas Magmáticas Extrusivas: como já aponta o nome (extrusu), são rochas formadas no exterior da Terra, fora da Crosta. São formadas, assim, através do resfriamento do magma viscoso que se extravasa, que se derrama por meio, por exemplo, dos vulcões, quando estes entram em erupção. Este tipo de rocha se forma de modo rápido, porque o magma extravasado pelos vulcões começa o seu processo de resfriamento tão logo entra em contato com o ar atmosférico e/ ou com as águas (lagos, rios, etc.) para onde, por ventura, poderá escorrer. Por causa disso não há tempo para a formação de cristais bem formados, o que gera uma rocha homogênea.

Exemplos:

Aspecto de um pedaço de basalto. A mão de uma pessoa "entra" como um parâmetro de escala.


Aspecto de "cacos" de basalto. O basalto é retirado das pedreiras, e, assim como o granito, é cortado em "lajes" para, posteriormente, ser usado nas construções.


Aspecto de uma churrasqueira recoberta por basalto. O basalto é comumente usado para recobrir espaços internos e externos das residências.

► Rochas Sedimentares: são as rochas formadas, também como o nome já indica, por sedimentos (também da língua latina: sedimentum ("borra", "depósito")) desagregados, arrancados de outras rochas. São formadas graças a ação das intempéries (vento e chuva), que, por sua vez, promovem o desgaste de outras rochas, e, neste mesmo processo, carregam, levam esses detritos a se depositarem em outros lugares, reintegrando-os, novamente, porém, agora, em uma nova rocha, a rocha  sedimentar.

Assim, a rocha sedimentar é a rocha formada pelos sedimentos de outras rochas. Elas têm como característica, invariavelmente, as camadas bem visíveis, a olho nu, que compõem as sucessivas deposições.

Exemplos: 

Pedaço de arenito, com, aproximadamente, 6,5 cm de lado. Escala, com 3cm, diretamente sobre a rocha.


Aspecto de "lajes" de arenito. As rochas de arenito são também cortadas em "lajes", que, depois, vão recobrir, por exemplo, calçadas.

Aspecto das camadas de uma rocha sedimentar, evidenciado por linhas vermelhas, onde, por exemplo, a camada "1" é a mais antiga, a primeira a ser depositada; a "4", a mais nova, a última a ser depositada. 


Aspecto de uma calçada recoberta por arenito.


► Rochas Metamórficas: do mesmo modo, o nome já indica a gênese, a origem deste tipo de rocha. É a metamorfose (etimologia também no latim: meta (modificar) + morfo (forma): é a "modificação da forma", a metamorfose de uma rocha ígnea ou sedimentar em outra. A rocha deixa de ser ígnea ou sedimentar e transforma-se em outra diferente.

Essas transformações acontecem em virtude do aumento de temperatura e pressão, que as rochas sofrem, à medida em que, no Ciclo das Rochas, as mesmas vão aprofundando-se nas profundidades da Crosta (com o perdão da "redundância"). Assim, muitas rochas recebem maior pressão à medida em que descem a profundidades maiores, bem como, recebem maior temperatura quanto mais descem Crosta a dentro.

Exemplos: 

Ilustração representativa de uma rocha ígnea (granito) e duas sedimentares (arenito e calcário), e o que elas viram, após sofrer metamorfose por aumento de temperatura e pressão, transformando-se em, respectivamente: gnaisse, quartzito e mármore.

Aspecto do Morro do Corcovado, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), sobre o qual está a estátua do Cristo Redentor. Estes dois elementos são excelentes exemplos de rochas metamórficas; o morro, trata-se de gnaisse; a estátua, é de pedra sabão.


Ainda houve tempo para observar brevemente o Ciclo da Rochas, às páginas 112 e 113 de VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018.

O supradito material didático base pode ser revisitado, ::: AQUI :::!

3ª AULA DO 3º TRI.: PROBLEMAS COM CÁLCULO DE ESCALAS!

Neste encontro, os estudantes trabalharam na resolução de problemas que envolviam o cálculo de escalas. De quando em quando, o professor faz...