Em virtude disso, o professor, ao invés de aplicar a Avaliação sem Consulta, solicitou que os presentes, de posse de seus Chromebooks, cadernos, do presente blog, das Jornadas de Aprendizagens individuais, bem como, do auxílio do colega e professor, estudassem e se organizassem para a prova da semana vindoura!
REGISTRO DA PRÁTICA (Diário de Classe e Notas de Aula), do
Professor Donarte Nunes dos Santos Júnior,
E.M.E.F. PORTO NOVO,
Prefeitura de Porto Alegre – SMED/ RME
sexta-feira, 24 de abril de 2026
10ª AULA: ESTUDO E ORGANIZAÇÃO PARA A AVALIAÇÃO SEM CONSULTA!
Em virtude disso, o professor, ao invés de aplicar a Avaliação sem Consulta, solicitou que os presentes, de posse de seus Chromebooks, cadernos, do presente blog, das Jornadas de Aprendizagens individuais, bem como, do auxílio do colega e professor, estudassem e se organizassem para a prova da semana vindoura!
sexta-feira, 17 de abril de 2026
9ª AULA: DA SUPERFÍCIE AO NÚCLEO — A TERRA COMO SISTEMA EM TRANSFORMAÇÃO
A aula de hoje, com a turma 61, foi estruturada como um momento de sistematização e aprofundamento dos conhecimentos sobre o planeta Terra — ainda que, mais uma vez, a experiência tenha ultrapassado o planejamento inicial. Realizada em sala de aula, com o uso do notebook do professor, da TV itinerante da escola, de vídeos ilustrativos de computação gráfica (via YouTube) e do software Google Earth, a proposta ganhou dinamismo e concretude, aproximando conceitos geográficos de vivências perceptíveis pelos estudantes.
Iniciamos retomando a formação da Terra, revisitando desde os processos iniciais do Sistema Solar até a consolidação do planeta como o conhecemos. Por meio dos vídeos e animações exibidos com apoio dos recursos digitais disponíveis, foi possível observar etapas que, embora ocorridas há bilhões de anos, tornaram-se mais acessíveis à compreensão dos estudantes da turma 61, favorecendo o entendimento de processos longos e complexos.
Na sequência, trabalhamos os movimentos da Terra — rotação e translação — não apenas como definições, mas como fenômenos com efeitos diretos no cotidiano. A alternância entre dia e noite, a sucessão das estações do ano e a organização do tempo foram discutidas a partir de exemplos concretos, fortalecendo a relação entre o conteúdo científico e a experiência vivida pelos estudantes.
Um dos momentos mais significativos da aula foi a exploração da estrutura interna do planeta. A partir de representações visuais mediadas pelos recursos digitais, os estudantes puderam “mergulhar” simbolicamente nas camadas da Terra — crosta, manto e núcleo — compreendendo suas características e dinâmicas. Esse movimento de “ver o invisível” mostrou-se fundamental para tornar inteligível aquilo que não pode ser observado diretamente.
Com o uso do software Google Earth, operado a partir do notebook do professor e projetado na TV itinerante, avançamos para a compreensão dos paralelos e meridianos. A possibilidade de manipular o globo digital, aproximando e afastando regiões, permitiu aos estudantes da turma 61 localizar-se no espaço de forma ativa, percebendo como essas linhas imaginárias estruturam a orientação geográfica. Conceitos como latitude e longitude deixaram de ser abstrações para se tornarem ferramentas concretas de leitura do mundo.
Em um momento especialmente significativo, os estudantes ouviram a canção “Terra, Planeta Água”, de Guilherme Arantes. A partir dela, foram instigados a refletir sobre o próprio nome do nosso planeta. A música, ao destacar a presença dominante da água, provocou questionamentos e abriu espaço para uma problematização: afinal, por que chamamos de “Terra” um planeta majoritariamente coberto por água?
A partir dessa provocação, foi possível esclarecer que, embora cerca de 75% da superfície terrestre seja coberta por água, a Terra é, em sua constituição, um planeta rochoso. Além disso, ampliamos a compreensão ao considerar que o planeta também pode ser pensado a partir de outros elementos fundamentais: o “fogo”, representado pelo calor interno e pelas dinâmicas do núcleo e do manto, e o “ar”, materializado na atmosfera que envolve e sustenta a vida. Dessa forma, a Terra revelou-se como um sistema complexo, no qual diferentes elementos se articulam e se inter-relacionam.
Ao longo da aula, os vídeos utilizados, exibidos por meio dos recursos tecnológicos disponíveis, contribuíram para manter o engajamento e ampliar o repertório visual dos estudantes da turma 61.
A experiência reforçou uma constatação já recorrente: quando o ensino articula tecnologia, visualização e participação ativa, o conhecimento ganha corpo e significado. A Terra, que muitas vezes é tratada apenas como conteúdo distante, revelou-se, nesta aula, como espaço vivido, dinâmico e passível de investigação — um verdadeiro convite à curiosidade e ao pensamento geográfico.
Por fim, os conhecimentos construídos nesta aula estabelecem as bases para os próximos estudos, especialmente no que diz respeito à dinâmica das Placas Tectônicas, permitindo compreender a Terra não como algo estático, mas como um planeta em constante transformação.
sexta-feira, 10 de abril de 2026
8ª AULA: ENTRE O VISÍVEL E O INIMAGINÁVEL - UMA RETOMADA SISTEMATIZADA SOBRE O UNIVERSO
A aula de hoje, com a turma 61, foi concebida como uma retomada dos conteúdos já trabalhados - ainda que tenha alcançado desdobramentos mais amplos do que o inicialmente previsto. Realizada em sala de aula, com o uso do notebook do professor e da TV itinerante da escola, a proposta configurou-se como uma experiência imersiva, articulando tecnologias digitais, curiosidade e intencionalidade formativa.
O ponto de partida foram as Ideias-Força para estudantes, retomadas a partir de um trecho do vídeo do canal Registro da Prática. Esse momento inicial não se restringiu a uma revisão, assumindo também um caráter de reconexão com o sentido do estudo: revisitar o porquê de aprender implica fortalecer o interesse, valorizar o esforço e renovar a motivação.
Na sequência, a aula assumiu um direcionamento que representou, para muitos estudantes, uma experiência inédita: o contato com o Universo por meio de vídeos ilustrativos de computação gráfica. A visualização do Big Bang, em três dimensões, possibilitou uma compreensão mais concreta de um fenômeno que, até então, se apresentava como abstrato ou distante. O que antes era apenas “explicado” passou, em certa medida, a ser “visualizado”.
Outro momento relevante consistiu na exploração das velocidades no Universo. Ao comparar diferentes escalas — do cotidiano às dimensões extremas da física — os estudantes puderam perceber as limitações da experiência sensível diante da realidade cósmica. Tal constatação não produziu distanciamento; ao contrário, contribuiu para ampliar o interesse e estimular a formulação de questionamentos.
Por fim, foi realizada uma jornada pelas diferentes escalas do cosmos: do nosso Sol a estruturas progressivamente maiores, como estrelas gigantes, nebulosas, galáxias e aglomerados galácticos, até alcançar o chamado Universo observável. Essa abordagem mostrou-se fundamental para o desenvolvimento das noções de proporção, grandeza e localização — conceitos centrais da Geografia, aqui articulados com a Astronomia.
A aula evidenciou que, quando o conhecimento é mediado por experiências significativas e por recursos que tornam o abstrato mais acessível, ele deixa de ser apenas conteúdo e passa a constituir-se como descoberta. O interesse pelo saber é potencializado quando há oportunidades concretas de explorar, visualizar e compreender o mundo em sua complexidade.
sexta-feira, 3 de abril de 2026
7ª AULA: A TERRA: FORMAÇÃO!
O professor iniciou a aula retomando o conteúdo da aula anterior, que tratou da Teoria do Big Bang.
Em seguida, por meio de uma aula expositiva dialogada, introduziu o tema da formação da Terra. Para isso, em tom de provocação, reproduziu, com o auxílio do notebook e da “TV itinerante” da escola, um vídeo da música “Planeta Água”, de Guilherme Arantes, disponível no YouTube, instigando os alunos com a seguinte questão: “O compositor acertou ou errou? Por quê?”
A partir dessa problematização, o professor explicou que, do ponto de vista da superfície, a afirmação faz sentido, uma vez que cerca de 70% da superfície terrestre é coberta por água. No entanto, destacou que, ao considerar o interior do planeta, a Terra é essencialmente rochosa.
Para tornar essa ideia mais concreta, apresentou uma ilustração que compara o volume total de água do planeta — em suas formas líquida, sólida e gasosa — com o volume total da Terra, evidenciando que, apesar de sua grande presença na superfície, a água representa apenas uma pequena fração do planeta.
Dando sequência, o professor abordou a concepção dos quatro elementos proposta por Empédocles (495 a.C. – 430 a.C.): terra, água, ar e fogo. Relacionando essa ideia com a discussão anterior, explicou que o planeta Terra não é constituído apenas por água ou rochas, mas envolve também elementos associados ao ar (atmosfera) e ao calor interno (fogo), ressaltando a importância de cada um desses componentes para a existência da vida.
No caderno, os alunos registraram o seguinte conteúdo:
A formação do nosso planeta está ligada à história do Universo, iniciada com o Big Bang, há cerca de 13,8 bilhões de anos. No entanto, a Terra surgiu muito depois, dentro de um processo específico chamado formação do Sistema Solar.
Há cerca de 4,6 bilhões de anos, uma grande nuvem de gás e poeira, chamada nebulosa, começou a se contrair pela ação da gravidade. No centro dessa nebulosa, formou-se o Proto-Sol, que mais tarde deu origem ao Sol.
Ao redor do Proto-Sol, o material restante passou a se agrupar em pequenos corpos sólidos. Esses corpos, chamados de planetesimais, colidiam e se uniam, formando estruturas maiores conhecidas como protoplanetas.
Com o tempo, esses protoplanetas deram origem aos planetas do Sistema Solar, incluindo a Terra.
Por fim, o professor complementou a explicação com a exibição de um vídeo didático, reforçando os conceitos trabalhados em aula.
10ª AULA: ESTUDO E ORGANIZAÇÃO PARA A AVALIAÇÃO SEM CONSULTA!
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