terça-feira, 28 de março de 2023

5º AULA: O UNIVERSO!

Aula expositiva dialogada sobre o Universo.

Aconselha-se, desde já, para recompor algum dos conhecimentos trabalhados, que o aluno leia a apostila abaixo.

::: ORIGEM E DIMENSÕES DO UNVERSO :::

É interessante, ainda, dar uma olhada, novamente, nas anotações feitas em aula.

Aspecto do quadro magnético da aula!


terça-feira, 21 de março de 2023

4º AULA: quarta e última ideia-força sobre o porquê de estudar!

O professor retomou as aulas passadas, e, por meio de aula expositiva dialogada, explicou a 4ª Ideia-Força, retirada do livro "Educar pela pesquisa", do sociólogo catarinense Pedro Demo (1941-).

Em seguida, o professor solicitou uma redação com uma nova resposta à pergunta "por que você estuda?", agora, com base no que foi estudado.

Aspecto do quadro da aula!


terça-feira, 14 de março de 2023

3º AULA: Nunca abandonar uma pergunta!

Neste encontro, o professor ministrou aula expositiva dialogada sobre a Ideia-Força 3, retirada do livro "O Pequeno Príncipe", do famoso escritor francês Antoine de Saint-Exupéry (1900-1944), e que diz, que: nós nunca devemos deixar uma pergunta sem a devida resposta.

Aconselha-se, para recompor as noções que o professor (re)contruiu na aula, aconselha-se o vídeo abaixo: 



terça-feira, 7 de março de 2023

2ª AULA: Estudar para si mesmo (e pensar por si mesmo)!

Aula expositiva dialogada sobre a Ideia-Força 2, que servirá de base para o Ano Letivo; retirada do livro "Escritos sobre educação", do filósofo alemão Friedrich Nietzsche (1844-1900); e que diz que: devemos estudar para nós mesmos!

Para recompor os aprendizados mais ou menos fixados na aula, aconselha-se o Podcast abaixo:


terça-feira, 28 de fevereiro de 2023

1ª AULA: INÍCIO DO ANO LETIVO!: o estudo como a maior riqueza!

 Nesta aula o professor conversou com os alunos, fez os acertos, bem como, deu as orientações para o Ano Letivo.

A fim de encaminhar algumas noções importantes para a vida estudantil dos alunos, algumas "ideias-força", já trabalhadas com outras turmas, em anos anteriores, foram introduzidas, nomeadamente: a do conhecimento como a única coisa que não pode ser tirada da pessoa, noção retirada do livro "O Conde de Monte Cristo", de Alexandre Dumas (1805-1870).

Para recompor os aprendizados relacionados, aconselha-se o vídeo abaixo:



quinta-feira, 17 de novembro de 2022

CÁLCULO DE ESCALAS!

Aula expositiva dialogada sobre o Cálculo de Escalas.

O professor, desde um desenho, no quadro magnético, procurou fazer com que os alunos entendessem e desenvolvessem o pensamento de, por assim dizer, "trazer a representação (mapa (centímetro (cm))) de volta à realidade (terreno (quilômetro (km)))", processo que nada mais é do que uma multiplicação, bem como, o processo inverso, qual seja, o de "trazer a realidade (terreno (quilômetro (km))) ao papel, à representação (mapa (centímetro (cm))), processo que nada mais é do que uma divisão.

O aspecto do desenho referido acima, pode ser observado na fotografia abaixo:

Desenho feito pelo professor que encaminha o entendimento de que a realidade, o terreno é sempre maior do que a sua representação, o mapa, e, portanto, nos cálculos de escala, se estiver envolvido no cálculo, sempre deve ser dividido; bem como se não estiver envolvido, os outros elementos devem ser multiplicados.

Como se pode ver, na fotografia acima, ao mesmo tempo em que a explicação foi feita, problemas de cálculo de escalas foram propostos.

O aspecto do quadro do restante da aula, pode ser observado, abaixo:

Aspectos dos demais problemas de cálculo de escalas propostos durante a aula.

quinta-feira, 3 de novembro de 2022

sexta-feira, 28 de outubro de 2022

ESCALA E CONVERSÃO DE UNIDADES DE MEDIDA!

O professor retomou a aula passada, com uma série de perguntas.

Feito isso, passou à aula expositiva dialogada sobre Escala, passando o conceito no quadro magnético, e, explicando os tipos dela, a saber:

- escala gráfica

- escala numérica

Em se tratando de escala numérica, o professor explicou as partes constituintes dela: numerador, símbolo da razão, divisão e denominador.

O professor explicou a relação entre o numerador e o denominador no que tange à proporção, propondo o seguinte exemplo: se uma das alunas, de 1,50m (ou 150cm) de altura, fosse representada por uma boneca exatamente igual, e com 75cm de altura, qual seria o denominador da escala? Muitos acertaram que o denominador deveria ser "2", ou seja, a aluna haveria sido reduzida pela metade, dividida por "2".

Em seguida, o professor ofereceu outro problema, onde uma quadra do bairro, de 100m de lado, havia sido reduzida, em uma improvável maqueta de 100m de lado. Perguntava-se, novamente, qual seria o denominador da escala. Novamente, muitos acertaram que a relação seria de 1 : 3, ou seja, que a quadra, havia sido dividida por "3".  

Dando sequencia, o professor explicou a respeito de o ser humano, desde os primórdios, sempre querer medir, pesar, comparar, enfim, sempre querer mensurar as coisas. Foi explicado que, em virtude disso, a humanidade sempre usou unidades de medida diversas, tais como, o braço, o cúbito, o , a polegada, entre outras. O professor deixou claro que as mencionadas unidades de medida sempre foram problemáticas e imprecisas, porque totalmente variáveis uma vez que usam, como parâmetro, o corpo humano. 

Diante dessa espécie de problemática para se achar e usar uma unidade de medida adequada, o professor explicou o estabelecimento do metro, pelos franceses.

Uma vez feita essa explicação, o professor escreveu no quadro a esquematização da Escala Métrica, e, em seguida, passou a explicar e cobrar, em exercícios, conversões usando a mesma.

Os aspectos da aula podem ser retomados observando as fotografias abaixo, que trazem aspectos do quadro magnético.

Aspecto da parte 1 de 3 do quadro magnético da aula

Aspecto da parte 2 de 3 do quadro magnético da aula

Aspecto da parte 3 de 3 do quadro magnético da aula

quinta-feira, 20 de outubro de 2022

CARTOGRAFIA E ALFABETIZAÇÃO CARTOGRÁFICA (RELAÇÕES DE PROPORÇÃO ENTRE TERRENO E MAPA: A ESCALA)!

Através de aula expositiva dialogada, o professor iniciou a instrução a respeito da Cartografia e das Escalas

O conceito de Cartografia foi definido como:

A arte e a ciência de produzir mapas.

O professor explicou acerca da dificuldade em se passar a superfície esférica da Terra para uma superfície plana, o mapa.

Instruiu, ainda, a respeito das imprecisões dos mapas, em virtude das Projeções, noções das quais emerge o seguinte:

"O mapa é sempre uma mentira" (cf. Mark Monmonier e seu "How to lie with maps")

O professor passou ainda no quadro magnético uma espécie de desenho que pretendia ser um infográfico explicativo da relação de proporção entre a realidade, o terreno e a sua  representação, o mapa.

O desenho ficou mais ou menos assim, agora melhorado por editor de imagem:

Infográfico que representa a lógica do processo de redução que acontece para fazer a realidade, o terreno, caber na representação, no mapa, bem como, a forma correta de ler a escala numérica, e o nome de cada um de seus elementos (numerador ("1"), o símbolo de divisão (razão (":")) e denominador ("50.000").
Fonte: O Autor.

Uma vez explicada o ilustração, o professor colocou no quadro o conceito de escala, a saber:

A relação de proporção entre o terreno e o mapa.

Feito isso, o professor explicou como cada um dos elementos da escala numérica está relacionado à, por assim dizer, tripartite mapa, proporção e terreno, respectivamente; o numerador, relaciona-se ao mapa; o símbolo de divisão (razão), à relação que é feita;  o denominador, ao terreno.

Avançando nas explicações, através de exemplo, escritos no quadro, também foi mostrado que, quando maior for o denominador de uma escala numérica, menor será a representação (mapa) resultante dela, e, quanto menor for ele, maior será a representação, ou ainda, mais próxima do real/ terreno.

Concluiu-se que, nas escalas, há uma relação inversamente proporcional.

Abaixo, os aspectos do quadro magnético:


Aspecto do quadro magnético da aula (parte 1 de 3)

Aspecto do quadro magnético da aula (parte 2 de 3)

Aspecto do quadro magnético da aula (parte 3 de 3)

quinta-feira, 13 de outubro de 2022

UNIDADES DE RELEVO!

Nesta aula o professor Donarte não esteve presente, tinha atendimento médico. 

Então, o professor substituto aplicou atividade (cujo material pode ser consultado, ::: AQUI :::), que versava sobre unidades de relevo, e que que deveria ser respondida com base na leitura das páginas 130 a 133, de "VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018".   

quinta-feira, 6 de outubro de 2022

OS TIPOS DE SOLOS E OS PROBLEMAS OS AFETAM!

Aula expositiva dialogada sobre os tipos de solos...

A aula foi feita tendo por base a leitura partilhada e a interpretação de texto didático versando sobre o assunto.

O texto pode ser revisto, ::: AQUI :::.

A aula seguiu com o professor explicando os problemas que  podem acometer os solos.

Dentre os elementos vistos na aula, merece destaque:

- lixiviação: acontece com a lavagem do solo pela água da chuva, quando a água da chuva leva os nutrientes do solo embora

- salinização: ocorre quando, por conta de uma irrigação que usa um método incorreto, ou mesmo pela ação das chuvas oceânicas, o solo fica com excesso de sais minerais

- compactação: quando o solo, por compactação, perde a sua porosidade, e, assim, não tem mais como absorver oxigênio e/ ou água: o pisoteio do gado pode causar isso, bem como, o trânsito de tratores

- contaminação química: como o nome já diz, é quando o solo fica contaminado por químicas pesadas, tais como, as causadas por metais pesados (rejeitos de minério de ferro, por exemplo), pesticidas, agrotóxicos e o lixo (eletrônico ou não)

- desertificação: quando mudanças climáticas causadas pelo próprio ser humano, alteram o regime das chuvas, e, por conseguinte, tornam os solos desérticos

- arenização: ocorre quando os solos passam a se apresentar desérticos, mas o clima (o regime de chuvas) não. Por outras palavras: independentemente de mudança climática, ou seja, o clima não é alterado (as chuvas continuam), e, mesmo assim, os solos passam a se apresentarem desérticos. Isso acontece, justamente, por causa das camadas mais profundas do próprio solo, que, quando são compostas por arenitos, ao perderem as suas camadas superiores, passam a se desagregar. Normalmente isso é resultado, também do pisoteio do gado ou do desmatamento; as camadas mais superficiais do solo são arrancadas, descobrindo, assim, as camadas areníticas mais profundas, que, por sua vez, sofrem o processo de desagregação acelerado. Ou seja, a arenização, inicia em pequenas áreas, até que, após algum tempo, ao invés de o solo se recuperar, desagrega-se ainda mas, formando extensas áreas desérticas.

quinta-feira, 29 de setembro de 2022

FECHAMENTO DO TRIMESTRE!

Nesta aula, o professor separou a turma equidistantemente na sala de aula e ministrou uma avaliação sem consulta. A avaliação estava prevista já desde o dia 08 de set. e não não havia ainda sido aplicada porque, de lá para cá, por três oportunidades, atividades culturais da escola utilizaram o todo ou as partes dos períodos de Geografia.

quinta-feira, 22 de setembro de 2022

CONCERTO!

Os alunos foram ao "Concertos Didáticos Banrisul", assistir a Orquestra do Theatro São Pedro no Theatro São Pedro, com regência de Evandro Matté.

No Instagram do teatro é possível ler:

A Orquestra Theatro São Pedro abre as inscrições dos Concertos Didáticos Banrisul, que serão realizados nos 03, 24 e 31 de outubro e 21 de novembro, em dois horários: 10h e 14h30. O concerto visa apresentar aos estudantes do Ensino Fundamental – do 3º ao 6º ano – o universo da música orquestral em concertos gratuitos, com duração de 80 minutos, em um misto de aula e diversão no teatro mais famoso do estado: o Theatro São Pedro.

Com regência do maestro Evandro Matté, o repertório é composto tanto por obras eruditas quanto populares, de autores brasileiros e estrangeiros. Haverá ainda a participação especial da Orquestra Jovem Theatro São Pedro e do mestre de cerimônias Abelardo, personagem interpretado pelo ator Mario De Ballentti.

[...]

O projeto tem o patrocínio da Stihl, Gerdau, Banrisul Corretora de Seguros e BRDE; apoio MBZ Advogados e Dufrio; Planejamento Cultural da Associação Pró-Música de Porto Alegre; realização Fundação Theatro São Pedro, Secretaria de Estado da Cultura, Secretaria Especial da Cultura e Ministério do Turismo.



 


quinta-feira, 15 de setembro de 2022

AVALIAÇÃO SEM CONSULTA ADIADA!

Para esta aula, estava marcada uma  avaliação sem consulta. Porém, a mesma não pode ser aplicada em virtude da Semana Farroupilha da E.M.E.F. Porto Novo, da Tarde de Atividades Tradicionalistas.


Deste modo, a avaliação foi transferida para a próxima aula.

Observe-se que, na publicação sobre a aula passada, no final do texto, consta uma identificação listada com os conteúdos que vão cair na prova.

quinta-feira, 8 de setembro de 2022

O GEODO E SUA FORMAÇÃO DENTRO DA ROCHA MAGMÁTICA INTRUSIVA!

Ao longo do 8º período (das 14h50min. às 15h45min.), professor aproveitou e valorizou o mineral trazido para a sala de aula pela aluna ANA L. POZZEBON, e, com base na observação do mesmo, por parte da turma, guiada pelo professor, ministrou aula expositiva dialogada sobre a formação do geodo, explicando a formula química (SiO2) - a ametista, a ágata - e a área de maior incidência destes materiais gemológicos no Rio Grande do Sul.

Aspecto de um geodo de amestista. Fonte: imagem de Internet (da "elo7.com.br)

  

Aspecto de um geodo de ágata.
ÁGATA. In: WIKIPÉDIA, a enciclopédia livre. Flórida: Wikimedia Foundation, 2020. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=%C3%81gata&oldid=57221697>. Acesso em: 19 jan. 2020.

Mapa Gemológico da região sul do Brasil (PR, SC e RS), indicando as principais unidades geológicas e as áreas de ocorrência de materiais de interesse gemológico. Modificado de Juchem et al. (2009).
JUCHEM, Pedro Luiz; DE BRUM, 
Tania Mara Martini ; RIPOLL, Victor Mabilde. O LABORATÓRIO DE GEMOLOGIA DA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL. Laboratório de Gemologia. Departamento de Mineralogia e Petrologia. Instituto de
Geociências, UFRGS: Porto Alegre, 2019



::: E ATENÇÃO, ATENÇÃO, ::: 

::: ATENÇÃO!!! ::: 

Haverá avaliação sem consulta na próxima aula, dia 15 de set.. o material para estudo pode ser acessado, nas últimas aulas, e, ::: ABAIXO: ::: 

→ Sobre a Litosfera::: AQUI :::

→ Sobre a Estrutura Interna da Terra::: AQUI :::

→ Sobre Placas Tectônicas, ::: AQUI :::

→ Sobre os limites entre placas tectônicas, ::: AQUI :::

→ Sobre os Tipos de Rochas,::: AQUI :::

→ Sobre os Impactos Socioambientais da Mineração ::: AQUI :::

BONS ESTUDOS!!!!!!!

segunda-feira, 5 de setembro de 2022

IMPACTOS SOCIOAMBIENTAIS DA MINERAÇÃO!

O professor retomou a aula anterior, chamando a atenção para as diferenças entre mineral e minério.

A respeito disso, é interessante reler os últimos parágrafos da antepenúltima aula.

Em seguida, passou à aula expositiva dialogada sobre os impactos socioambientais da mineração.

A aula teve como base um texto didático retirado de "VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 114-115", que pode ser revisitado, ::: AQUI :::.

quinta-feira, 25 de agosto de 2022

TIPOS DE ROCHAS!

Brevemente, o professor retomou a aula anterior. Foram relembrados, os seguintes elementos:

elementos químicos formam minerais

minerais formam rochas

→ minerais que têm grande valor econômico são chamados de minérios

→ assim, nem todo mineral é minério, bem como, nem todo minério é mineral, ou seja

→ o ferro é um minério, e, no entanto, não é um mineral. Pelo contrário, ele é um metal, bem como, o ouro, a prata e o alumínio também são  metais. Já o diamante, por exemplo, é um minério, e, também, é um mineral

→ as rochas são agregados que, quando em condições normais de temperatura e pressão, apresentam-se em estado sólido. Tirante os únicos dois minerais que, também em estado normal de temperatura e pressão, estão em estado líquido, a saber: a água e o mercúrio

Em seguida, passou a explicar, através de aula expositiva dialogada, os Tipos de Rocha, a saber:

►Rochas Ígneas: são as rochas formadas à partir e desde o manto pastoso da Terra. Através de seu resfriamento. Formadas graças ao resfriamento do magma viscoso. Recebem este nome em virtude da língua latina, na qual igneus é fogo

Elas também são chamadas de Rochas Magmáticas, podendo ser de dois tipos:

Rochas Magmáticas Intrusivas: conforme o nome já indica (intruso), são formadas no interior da Terra, dentro da Crosta. São formadas, então, através de um resfriamento lento, no qual, há tempo para a formação de cristais bem formados e heterogêneos.

Exemplos:

Aspecto de uma pedaço de granito de, aproximadamente, 10cm de lado. Escala (3 cm) diretamente sobre a rocha.


Aspecto da coloração de variados tios de granito. É importante ressaltar que há variados "tipos" de granito.

Aspecto da pia de uma cozinha feita de granito maciço. O granito é frequentemente utilizado em cozinhas e banheiros.

→ Rochas Magmáticas Extrusivas: como já aponta o nome (extrusu), são rochas formadas no exterior da Terra, fora da Crosta. São formadas, assim, através do resfriamento do magma viscoso que se extravasa, que se derrama por meio, por exemplo, dos vulcões, quando estes entram em erupção. Este tipo de rocha se forma de modo rápido, porque o magma extravasado pelos vulcões começa o seu processo de resfriamento tão logo entra em contato com o ar atmosférico e/ ou com as águas (lagos, rios, etc.) para onde, por ventura, poderá escorrer. Por causa disso não há tempo para a formação de cristais bem formados, o que gera uma rocha homogênea.

Exemplos:

Aspecto de um pedaço de basalto. A mão de uma pessoa "entra" como um parâmetro de escala.


Aspecto de "cacos" de basalto. O basalto é retirado das pedreiras, e, assim como o granito, é cortado em "lajes" para, posteriormente, ser usado nas construções.


Aspecto de uma churrasqueira recoberta por basalto. O basalto é comumente usado para recobrir espaços internos e externos das residências.

Rochas Sedimentares: são as rochas formadas, também como o nome já indica, por sedimentos (também da língua latina: sedimentum ("borra", "depósito")) desagregados, arrancados de outras rochas. São formadas graças a ação das intempéries (vento e chuva), que, por sua vez, promovem o desgaste de outras rochas, e, neste mesmo processo, carregam, levam esses detritos a se depositarem em outros lugares, reintegrando-os, novamente, porém, agora, em uma nova rocha, a rocha  sedimentar.

Assim, a rocha sedimentar é a rocha formada pelos sedimentos de outras rochas. Elas têm como característica, invariavelmente, as camadas bem visíveis, a olho nu, que compõem as sucessivas deposições.

Exemplos

Pedaço de arenito, com, aproximadamente, 6,5 cm de lado. Escala, com 3cm, diretamente sobre a rocha.


Aspecto de "lajes" de arenito. As rochas de arenito são também cortadas em "lajes", que, depois, vão recobrir, por exemplo, calçadas.

Aspecto das camadas de uma rocha sedimentar, evidenciado por linhas vermelhas, onde, por exemplo, a camada "1" é a mais antiga, a primeira a ser depositada; a "4", a mais nova, a última a ser depositada. 


Aspecto de uma calçada recoberta por arenito.


► Rochas Metamórficas: do mesmo modo, o nome já indica a gênese, a origem deste tipo de rocha. É a metamorfose (etimologia também no latim: meta (modificar) + morfo (forma): é a "modificação da forma", a metamorfose de uma rocha ígnea ou sedimentar em outra. A rocha deixa de ser ígnea ou sedimentar e transforma-se em outra diferente.

Essas transformações acontecem em virtude do aumento de temperatura e pressão, que as rochas sofrem, à medida em que, no Ciclo das Rochas, as mesmas vão aprofundando-se nas profundidades da Crosta (com o perdão da "redundância"). Assim, muitas rochas recebem maior pressão à medida em que descem a profundidades maiores, bem como, recebem maior temperatura quanto mais descem Crosta a dentro.

Exemplos

Ilustração representativa de uma rocha ígnea (granito) e duas sedimentares (arenito e calcário), e o que elas viram, após sofrer metamorfose por aumento de temperatura e pressão, transformando-se em, respectivamente: gnaisse, quartzito e mármore.

Aspecto do Morro do Corcovado, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), sobre o qual está a estátua do Cristo Redentor. Estes dois elementos são excelentes exemplos de rochas metamórficas; o morro, trata-se de gnaisse; a estátua, é de pedra sabão.


Ainda houve tempo para observar brevemente o Ciclo da Rochas, às páginas 112 e 113 de VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018.

O supradito material didático base pode ser revisitado, ::: AQUI :::!

quinta-feira, 18 de agosto de 2022

LIMITES ENTRE PLACAS E ROCHAS E MINERAIS!

Nesta aula, através de aula expositiva dialogada, o professor explicou os limites entre placas restantes, além do chamado de subducção, visto na última aula.

Foram vistos os seguintes limites:

Limite Transformante: o limite, por assim dizer, de raspagem entre placas, onde elas, ao se rasparem uma na outra, produzem uma fenda na região de contato.

Ex.: o melhor exemplo deste tipo de limite entre placas ainda é o da Falha de Santo André (Falha de San Andreas (San Andreas Fault)), nos EUA, Estado da Califórnia, cuja capital é Sacramento. A famosa falha se estende muito além dos limites da 4ª cidade mais populosa dos Estado Unidos, São Francisco, por, aproximadamente, 1.290 km de comprimento, cortando praticamente toda a vasta área litorânea da Califórnia (ver mapa, abaixo):

Mapa-múndi com destaque para o EUA (sem as ilhas do Havaí e o Estado do Alasca) e seu Estado da Califórnia.
Fonte: O Autor.


Mapa com a linha (vermelha) que representa a extensão da Falha de Santo André.
Fonte: 
Grande Falha de San Andreas dá sinais de catástrofe iminente. Jornal de Ciência. Portal R7: Brasília, 2022: Disponível em: <https://www.jornalciencia.com/grande-falha-de-san-andreas-da-sinais-de-catastrofe-iminente/>. Acesso em: 19 de ago., 2022.


No caso da Falha de San Andreas, o que acontece é o choque entre a Placa do Pacífico (que é uma Placa Oceânica) e a Placa Norte Americana (que é uma Placa Continental). Tais placas chocam-se, raspando uma na outra, perfazendo uma enorme fenda (ver ilustração, abaixo):


Aspecto da fenda deixada pelo Limite Transformante entre a Placa do Pacífico e a Placa Norte Americana: a Falha de Santo André.
O que é a temida falha de San Andreas e por que ela preocupa tanto a Califórnia. Internacional. BBC Portugues: Lisboa, 2019: Disponível em: <https://www.bbc.com/portuguese/internacional-48894615>. Acesso em 19 de ago., 2022.

Tendo esgotado as considerações acima, o professor passou a explicar o Limite Divergente, a saber: limite no qual duas Placa Tectônicas se afastam.

Ex.: o melhor exemplo deste tipo de limite ainda é o da Dorsal Meso-Oceânica, também chamada pela literatura especializada de Cordilheira Meso-Oceânica ou Mesoatlântica

Esta verdadeira cadeia de montanhas submersas, no centro do Oceano Atlântico é formada pelo Limite Divergente (afastamento) que há desde o norte até o sul do Oceano Atlântico (vide ilustração, abaixo):

Aspecto da Dorsal Mesoatlântica (linha avermelhada) que corta, de norte a sul, o Oceano Atlântico
Fonte: DORSAL MESOATLÂNTICA. In: WIKIPÉDIA, a enciclopédia livre. Flórida: Wikimedia Foundation, 2021. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Dorsal_Mesoatl%C3%A2ntica&oldid=60358276>. Acesso em: 1 fev. 2021.


Infográfico que apresenta, ao centro, a Dorsal Meso-Oceânicaou Meso-Atlântica.
Dorsais oceânicas, o que são? Processo de formação e características. Conhecimento Científico. Grupo Bolha: Goiânia, 2022. Fonte: Disponível em: <https://conhecimentocientifico.com/dorsais-oceanicas/>. Acesso em: 19 de ago., 2022.




Concluso o assunto "Limites entre Placas", o professor passou à, junto com os alunos, ler no livro didático, capítulo 6, a respeito das Rochas e Minerais. À medida em que lia, o professor explicava, retirava dúvidas e aprofundava. 

O material pode ser revisitado, ::: AQUI :::!

Elementos que foram vistos e merecem destaque:

→ agregados de elementos químicos formam minerais;
minerais, agregados, por sua vez, formam rochas.
→ a grandessíssima maioria dos minerais estão, quando em condições normais de temperatura e pressão, sob a forma sólida, tirante a água e o mercúrio.
→ quando um mineral tem grande valor econômico, recebe, juntamente com outros recursos naturais encontrados na Crosta terrestre, o nome de minério
Mas, atenção, então, porque "nem todo mineral é minérios, bem como, nem todo o minério é mineral.
Ex.: Minérios que são minerais: diamante, esmeralda, ametista, água-marinha, topázio imperial e turmalina Paraíba.
Minérios que não são minerais, que são, na verdade, metais: alumínio, cobre, estanho, ferro, manganês, nióbio, níquel e ouro. 
Obs.: dentre os metais acima, o único que é ferroso é o próprio ferro, os demais, são considerados, por óbvio, "metais não ferrosos".

quinta-feira, 4 de agosto de 2022

ATIVIDADE REMOTA!

Neste dia, por uma questão organizacional, os professores do 3º Ciclo tiveram de acompanhar os alunos, formandos, do 9º ano, em uma atividade desenvolvida pela organização da sociedade civil chamada de "Todos pela Educação". Para tanto, neste dia, os alunos da turma 62 foram dispensados às 14h30min.. 

Assim, uma Atividade Remota, que compensa os períodos de Geografia do dia pode, pode ser acessada,

::: AQUI :::.

quinta-feira, 7 de julho de 2022

A ESTRUTURA INTERNA DA TERRA!

Os alunos fizeram leitura e interpretação de texto. A atividade comportava resposta a questões relativa às Camadas Internas da Terra; apostila retirada, de VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 95

Tal material pode ser revisitado, ::: AQUI :::!  

segunda-feira, 4 de julho de 2022

CONCLUSÃO DOS ESTUDOS SOBRE A LITOSFERA:

Fernanda Pelhs, aluna que se destaca na turma 62!
Nesta aula, o professor corrigiu, retirou dúvidas e aprofundou os estudos relativos à Litosfera. Fez isso, através da correção de perguntas, passadas no quadro de giz, em 26, de maio. 

As questões deveriam ter sido respondidas com base em uma apostila intitulada "A Litosfera", distribuída e já estudada desde 19 de maio.

A apostila pode ser revisitada, ::: AQUI :::.

Alguns aspectos da aula podem ser retomados, também, através das fotografias, abaixo:




Aspecto da primeira parte do quadro de giz durante a aula!

Aspecto da segunda parte do quadro de giz durante a aula!

terça-feira, 31 de maio de 2022

SOBRE O 1º TRIMESTRE!

Prezados estudantes, 

ao longo do primeiro trimestre o professor não fez nenhuma postagem aqui... Isso será feito doravante, ao longo do 2º TRIMESTRE. Então, se algum de vocês quiser retomar o que foi visto ao longo do 1º TRIMESTRE, temos duas opções:

- acessar o mural da turma, ::: AQUI :::, clicando no "Post-It®" "Conteúdos"

- acessar o site da turma, ::: AQUI :::, e consultar a lista dos "Conteúdos Programáticos" respectivos.

segunda-feira, 25 de outubro de 2021

ATIVIDADE DA 34ª SEMANA: de 25 a 29 de out.:

 INSTRUÇÃO: LEIA O TEXTO ABAIXO. AO FINAL FAÇA O QUE SE PEDE:



APÓS TER LIDO O TEXTO ACIMA, RESPONDA:

1) O que é um cartograma?

2) Qual é a função de um cartograma? 

3) Cartogramas precisam representar paralelos e meridianos? Sim ou não? Por quê?

4) O que é uma anamorfose?



segunda-feira, 18 de outubro de 2021

ATIVIDADE DA 33ª SEMANA: de 18 a 23 de out.:

 INSTRUÇÃO: LEIA O TEXTO ABAIXO. AO FINAL FAÇA O QUE SE PEDE:







APÓS TER LIDO O TEXTO ACIMA, RESPONDA:

1) O que é uma representação bidimensional? 

2) O que é um croqui?

3) Qual é a origem da palavra croqui?

4) Faça um croqui de seu caminho até a escola.

segunda-feira, 11 de outubro de 2021

ATIVIDADE DA 32ª SEMANA: de 11 a 15 de out.:

 INSTRUÇÃO: LEIA O TEXTO ABAIXO. AO FINAL FAÇA O QUE SE PEDE:


APÓS TER LIDO O TEXTO ACIMA, RESPONDA:

1) Segundo o texto o que veio antes a escrita, propriamente dita, ou o, por assim dizer, o desenho, sob a forma de representação do espaço geográfico?

2) Como a humanidade, nos seus primórdios, representou as suas impressões da realidade e suas ações cotidianas?

3) Pesquise...: o que é uma pintura rupestre?

4) Segundo o texto, após milênios, é possível ou impossível saber totalmente o conteúdo de uma pintura rupestre? Por quê?

5) Hoje em dia, diferente das pinturas rupestres, de milênios atrás, o homem faz representações intencionando que elas sejam amplamente e totalmente compreendidas. Como?



RETOMANDO NOSSOS REGISTROS DA PRÁTICA: AULAS DO 2º TRIMESTRE!

Nas últimas semanas, a dinâmica habitual de atualização deste espaço foi temporariamente alterada em razão da intensa mobilização da escola ...