sexta-feira, 4 de setembro de 2026

RETOMANDO NOSSOS REGISTROS DA PRÁTICA: AULAS DO 2º TRIMESTRE!

Nas últimas semanas, a dinâmica habitual de atualização deste espaço foi temporariamente alterada em razão da intensa mobilização da escola para a realização do Salão de Iniciação Científica – SIC.

Durante esse período, parte significativa de nossas aulas, encontros e tempos pedagógicos esteve dedicada à orientação dos estudantes, à organização e ao desenvolvimento das pesquisas, à preparação dos trabalhos e às diferentes atividades relacionadas ao evento. Foi um período particularmente intenso, no qual a rotina escolar precisou ser reorganizada para que os projetos pudessem chegar ao SIC.

Em razão dessa concentração de atividades, muitas das práticas desenvolvidas nas disciplinas de Geografia e Iniciação Científica não chegaram a ser publicadas, como habitualmente fazemos, neste nosso Registro da Prática.

Isso, entretanto, não significa que elas tenham deixado de acontecer. Ao contrário: foram semanas de muito trabalho, pesquisa, orientação, produção e aprendizagem — justamente o tipo de movimento que este espaço procura documentar.

O que estudamos nesse período?

Nas aulas de Geografia dos 6º anos, demos continuidade aos estudos relacionados à estrutura e à dinâmica do planeta Terra, avançando para o estudo dos minerais e das rochas.

Em aulas expositivas dialogadas, começamos procurando compreender o próprio conceito de mineral e sua relação com os elementos químicos. Para auxiliar nessa compreensão, foi apresentada aos estudantes a Tabela Periódica dos Elementos, mostrando que os minerais possuem determinada composição química e que, por sua vez, as rochas são formadas por um ou mais minerais.

Discutimos também algumas particularidades da definição de mineral. Em condições normais de temperatura e pressão, os minerais apresentam-se predominantemente no estado sólido e possuem uma estrutura interna característica. Foram abordados casos particulares, como o gelo formado naturalmente, que pode ser considerado mineral, e o mercúrio nativo, que constitui uma exceção importante por poder ocorrer no estado líquido em condições ambientais.

A partir daí, passamos ao estudo dos três grandes grupos de rochas.

Inicialmente, estudamos as rochas magmáticas ou ígneas, formadas pelo resfriamento e solidificação do magma ou da lava. Diferenciamos as rochas intrusivas ou plutônicas — relacionando inclusive a palavra “plutônica” a Plutão e ao mundo subterrâneo — das rochas extrusivas ou vulcânicas.

Como exemplos, trabalhamos com o granito, uma rocha magmática intrusiva, e o basalto, uma rocha magmática extrusiva.

Mais do que apenas observar imagens, os estudantes tiveram contato direto com amostras dessas duas rochas e utilizaram uma lupa de geólogo para observar suas características.

Essa experiência permitiu relacionar aquilo que era visto nas amostras com seus diferentes processos de formação. Nas rochas intrusivas, o magma resfria lentamente no interior da crosta terrestre, permitindo o desenvolvimento de cristais maiores e mais facilmente perceptíveis. Nas extrusivas, o resfriamento ocorre de maneira muito mais rápida na superfície ou próximo dela, resultando geralmente em cristais muito pequenos e menos visíveis a olho nu.

Na sequência, estudamos as rochas sedimentares. Para compreendê-las, foi necessário abordar o intemperismo, responsável pela fragmentação e alteração das rochas anteriormente existentes, bem como os processos de erosão, transporte, deposição, compactação e cimentação dos sedimentos.

Observamos também que sucessivos episódios de deposição podem originar camadas ou estratos, introduzindo aos estudantes a ideia de estratigrafia e mostrando como essas camadas podem conservar informações sobre diferentes momentos da história geológica de uma determinada área.

O arenito foi utilizado como um dos principais exemplos desse grupo de rochas.

Por fim, abordamos as rochas metamórficas, compreendendo que elas se originam da transformação de rochas anteriormente existentes submetidas, no interior da crosta, a condições elevadas de temperatura e pressão, sem que necessariamente ocorra sua fusão completa.

Nesse momento, retomamos também o Ciclo das Rochas, percebendo que magmáticas, sedimentares e metamórficas não constituem categorias isoladas, mas partes de uma dinâmica contínua de transformação dos materiais que constituem a crosta terrestre.

Como exemplos concretos, utilizamos o gnaisse, inclusive relacionando-o ao relevo do Morro do Corcovado, no Rio de Janeiro, e a pedra-sabão, rocha metamórfica empregada no revestimento externo em mosaico da estátua do Cristo Redentor.

A aula permitiu ainda uma incursão pela petrificação e fossilização de antigos vegetais, inclusive pelas conhecidas “árvores petrificadas”, diferenciando esses processos daqueles responsáveis pela formação de uma rocha metamórfica.

Assim, ao longo dessas aulas, procuramos fazer com que conceitos aparentemente abstratos — magma, mineral, cristalização, intemperismo, sedimentação, metamorfismo e tempo geológico — pudessem ser relacionados a materiais concretos, paisagens conhecidas e processos que continuam ocorrendo em nosso planeta.

Encerrado o período de excepcional mobilização em torno do SIC, retomamos, a partir de agora, a atualização regular deste diário, acompanhando novamente o desenvolvimento das aulas, dos conteúdos, das atividades, das pesquisas e das experiências construídas pelos estudantes.

Alguns registros do período anterior poderão ainda aparecer por aqui, recuperando práticas que merecem permanecer documentadas.

Seguimos, portanto. O Registro da Prática continua.


7º ANO — Retomando nossos Registros da Prática

Nas últimas semanas, a dinâmica habitual de atualização deste espaço foi temporariamente alterada em razão da intensa mobilização da escola para a realização do Salão de Iniciação Científica – SIC.

Durante esse período, parte significativa de nossas aulas, encontros e tempos pedagógicos esteve dedicada à orientação dos estudantes, à organização e ao desenvolvimento das pesquisas, à preparação dos trabalhos e às diferentes atividades relacionadas ao evento. Foi um período particularmente intenso, no qual a rotina escolar precisou ser reorganizada para que os projetos pudessem chegar ao SIC.

Em razão dessa concentração de atividades, muitas das práticas desenvolvidas nas disciplinas de Geografia e Iniciação Científica não chegaram a ser publicadas, como habitualmente fazemos, neste nosso Registro da Prática.

Isso, entretanto, não significa que elas tenham deixado de acontecer. Ao contrário: foram semanas de muito trabalho, pesquisa, orientação, produção e aprendizagem — justamente o tipo de movimento que este espaço procura documentar.

O que estudamos nesse período?

Nas aulas de Geografia dos 7º anos, nosso principal objeto de estudo foi a dinâmica demográfica da população, especialmente por meio da leitura e interpretação das pirâmides etárias.

Começamos compreendendo a organização desse importante gráfico demográfico. Os estudantes aprenderam a identificar sua base, seu corpo e seu topo, relacionando essas diferentes partes, respectivamente, à predominância das populações jovem, adulta e idosa.

A leitura das pirâmides permitiu avançar para conceitos fundamentais da Demografia, como natalidade, fecundidade e mortalidade, procurando compreender aquilo que cada indicador representa e como sua alteração produz transformações na estrutura etária de uma população.

Também discutimos a expectativa de vida e as razões pelas quais ela apresenta grandes diferenças entre países e períodos históricos, relacionando-a às condições de vida, alimentação, saneamento, medicina, vacinação, habitação e acesso aos serviços de saúde.

Outro conceito trabalhado foi o de crescimento vegetativo ou natural, entendido a partir da relação entre o número de nascimentos e o número de mortes de determinada população.

A partir desses elementos, pudemos compreender um fenômeno cada vez mais importante para o Brasil e para diversos países do mundo: o envelhecimento populacional.

Para explicar como as populações passam de estruturas predominantemente jovens para estruturas progressivamente mais envelhecidas, estudamos as diferentes fases da Transição Demográfica, observando a passagem histórica de sociedades marcadas por altas taxas de natalidade e mortalidade para outras caracterizadas por taxas progressivamente mais baixas.

As pirâmides etárias, portanto, deixaram de ser vistas apenas como gráficos. Passaram a funcionar como verdadeiros “retratos” de uma população em determinado momento histórico.

Por meio delas, discutimos também as relações existentes entre estrutura etária e desenvolvimento socioeconômico.

Uma população com grande número de crianças e adolescentes, por exemplo, necessita de investimentos importantes em creches, escolas e políticas voltadas à infância e à juventude. Uma população com grande quantidade de adultos coloca em evidência questões relacionadas ao mercado de trabalho, geração de emprego e renda. Já uma sociedade que envelhece precisa pensar cada vez mais em saúde, acessibilidade, cuidado com a população idosa e sustentabilidade dos sistemas previdenciários.

Dessa maneira, procuramos perceber que estudar população em Geografia não significa simplesmente memorizar números: significa compreender de que maneira as transformações demográficas interferem diretamente na organização da sociedade, na economia, nas políticas públicas e em nossa própria vida cotidiana.

Esses conhecimentos também constituíram a base das atividades e avaliações realizadas pelas turmas ao longo do período.

Encerrado o período de excepcional mobilização em torno do SIC, retomamos, a partir de agora, a atualização regular deste diário, acompanhando novamente o desenvolvimento das aulas, dos conteúdos, das atividades, das pesquisas e das experiências construídas pelos estudantes.

Alguns registros do período anterior poderão ainda aparecer por aqui, recuperando práticas que merecem permanecer documentadas.

Seguimos, portanto. O Registro da Prática continua.

sexta-feira, 24 de abril de 2026

10ª AULA: ESTUDO E ORGANIZAÇÃO PARA A AVALIAÇÃO SEM CONSULTA!

Neste dia, a precipitação foi volumosa em Porto Alegre. Assim, muitos alunos faltaram à aula; somente 9 estudantes se fizeram presentes. 

Em virtude disso, o professor, ao invés de aplicar a Avaliação sem Consulta, solicitou que os presentes, de posse de seus Chromebooks, cadernos, do presente blog, das Jornadas de Aprendizagens individuais, bem como, do auxílio do colega e professor, estudassem e se organizassem para a prova da semana vindoura!

sexta-feira, 17 de abril de 2026

9ª AULA: DA SUPERFÍCIE AO NÚCLEO — A TERRA COMO SISTEMA EM TRANSFORMAÇÃO

A aula de hoje, com a turma 61, foi estruturada como um momento de sistematização e aprofundamento dos conhecimentos sobre o planeta Terra — ainda que, mais uma vez, a experiência tenha ultrapassado o planejamento inicial. Realizada em sala de aula, com o uso do notebook do professor, da TV itinerante da escola, de vídeos ilustrativos de computação gráfica (via YouTube) e do software Google Earth, a proposta ganhou dinamismo e concretude, aproximando conceitos geográficos de vivências perceptíveis pelos estudantes.

Iniciamos retomando a formação da Terra, revisitando desde os processos iniciais do Sistema Solar até a consolidação do planeta como o conhecemos. Por meio dos vídeos e animações exibidos com apoio dos recursos digitais disponíveis, foi possível observar etapas que, embora ocorridas há bilhões de anos, tornaram-se mais acessíveis à compreensão dos estudantes da turma 61, favorecendo o entendimento de processos longos e complexos.

Na sequência, trabalhamos os movimentos da Terra — rotação e translação — não apenas como definições, mas como fenômenos com efeitos diretos no cotidiano. A alternância entre dia e noite, a sucessão das estações do ano e a organização do tempo foram discutidas a partir de exemplos concretos, fortalecendo a relação entre o conteúdo científico e a experiência vivida pelos estudantes.


Um dos momentos mais significativos da aula foi a exploração da estrutura interna do planeta. A partir de representações visuais mediadas pelos recursos digitais, os estudantes puderam “mergulhar” simbolicamente nas camadas da Terra — crosta, manto e núcleo — compreendendo suas características e dinâmicas. Esse movimento de “ver o invisível” mostrou-se fundamental para tornar inteligível aquilo que não pode ser observado diretamente.

Com o uso do software Google Earth, operado a partir do notebook do professor e projetado na TV itinerante, avançamos para a compreensão dos paralelos e meridianos. A possibilidade de manipular o globo digital, aproximando e afastando regiões, permitiu aos estudantes da turma 61 localizar-se no espaço de forma ativa, percebendo como essas linhas imaginárias estruturam a orientação geográfica. Conceitos como latitude e longitude deixaram de ser abstrações para se tornarem ferramentas concretas de leitura do mundo.

Em um momento especialmente significativo, os estudantes ouviram a canção “Terra, Planeta Água”, de Guilherme Arantes. A partir dela, foram instigados a refletir sobre o próprio nome do nosso planeta. A música, ao destacar a presença dominante da água, provocou questionamentos e abriu espaço para uma problematização: afinal, por que chamamos de “Terra” um planeta majoritariamente coberto por água?



A partir dessa provocação, foi possível esclarecer que, embora cerca de 75% da superfície terrestre seja coberta por água, a Terra é, em sua constituição, um planeta rochoso. Além disso, ampliamos a compreensão ao considerar que o planeta também pode ser pensado a partir de outros elementos fundamentais: o “fogo”, representado pelo calor interno e pelas dinâmicas do núcleo e do manto, e o “ar”, materializado na atmosfera que envolve e sustenta a vida. Dessa forma, a Terra revelou-se como um sistema complexo, no qual diferentes elementos se articulam e se inter-relacionam.

Ao longo da aula, os vídeos utilizados, exibidos por meio dos recursos tecnológicos disponíveis, contribuíram para manter o engajamento e ampliar o repertório visual dos estudantes da turma 61.

A experiência reforçou uma constatação já recorrente: quando o ensino articula tecnologia, visualização e participação ativa, o conhecimento ganha corpo e significado. A Terra, que muitas vezes é tratada apenas como conteúdo distante, revelou-se, nesta aula, como espaço vivido, dinâmico e passível de investigação — um verdadeiro convite à curiosidade e ao pensamento geográfico.

Por fim, os conhecimentos construídos nesta aula estabelecem as bases para os próximos estudos, especialmente no que diz respeito à dinâmica das Placas Tectônicas, permitindo compreender a Terra não como algo estático, mas como um planeta em constante transformação.

sexta-feira, 10 de abril de 2026

8ª AULA: ENTRE O VISÍVEL E O INIMAGINÁVEL - UMA RETOMADA SISTEMATIZADA SOBRE O UNIVERSO

 A aula de hoje, com a turma 61, foi concebida como uma retomada dos conteúdos já trabalhados - ainda que tenha alcançado desdobramentos mais amplos do que o inicialmente previsto. Realizada em sala de aula, com o uso do notebook do professor e da TV itinerante da escola, a proposta configurou-se como uma experiência imersiva, articulando tecnologias digitais, curiosidade e intencionalidade formativa.

O ponto de partida foram as Ideias-Força para estudantes, retomadas a partir de um trecho do vídeo do canal Registro da Prática. Esse momento inicial não se restringiu a uma revisão, assumindo também um caráter de reconexão com o sentido do estudo: revisitar o porquê de aprender implica fortalecer o interesse, valorizar o esforço e renovar a motivação.


Na sequência, a aula assumiu um direcionamento que representou, para muitos estudantes, uma experiência inédita: o contato com o Universo por meio de vídeos ilustrativos de computação gráfica. A visualização do Big Bang, em três dimensões, possibilitou uma compreensão mais concreta de um fenômeno que, até então, se apresentava como abstrato ou distante. O que antes era apenas “explicado” passou, em certa medida, a ser “visualizado”.


Outro momento relevante consistiu na exploração das velocidades no Universo. Ao comparar diferentes escalas — do cotidiano às dimensões extremas da física — os estudantes puderam perceber as limitações da experiência sensível diante da realidade cósmica. Tal constatação não produziu distanciamento; ao contrário, contribuiu para ampliar o interesse e estimular a formulação de questionamentos.

Por fim, foi realizada uma jornada pelas diferentes escalas do cosmos: do nosso Sol a estruturas progressivamente maiores, como estrelas gigantes, nebulosas, galáxias e aglomerados galácticos, até alcançar o chamado Universo observável. Essa abordagem mostrou-se fundamental para o desenvolvimento das noções de proporção, grandeza e localização — conceitos centrais da Geografia, aqui articulados com a Astronomia.

A aula evidenciou que, quando o conhecimento é mediado por experiências significativas e por recursos que tornam o abstrato mais acessível, ele deixa de ser apenas conteúdo e passa a constituir-se como descoberta. O interesse pelo saber é potencializado quando há oportunidades concretas de explorar, visualizar e compreender o mundo em sua complexidade.

sexta-feira, 3 de abril de 2026

7ª AULA: A TERRA: FORMAÇÃO!

O professor iniciou a aula retomando o conteúdo da aula anterior, que tratou da Teoria do Big Bang.

Em seguida, por meio de uma aula expositiva dialogada, introduziu o tema da formação da Terra. Para isso, em tom de provocação, reproduziu, com o auxílio do notebook e da “TV itinerante” da escola, um vídeo da música “Planeta Água”, de Guilherme Arantes, disponível no YouTube, instigando os alunos com a seguinte questão: “O compositor acertou ou errou? Por quê?”

A partir dessa problematização, o professor explicou que, do ponto de vista da superfície, a afirmação faz sentido, uma vez que cerca de 70% da superfície terrestre é coberta por água. No entanto, destacou que, ao considerar o interior do planeta, a Terra é essencialmente rochosa.

Para tornar essa ideia mais concreta, apresentou uma ilustração que compara o volume total de água do planeta — em suas formas líquida, sólida e gasosa — com o volume total da Terra, evidenciando que, apesar de sua grande presença na superfície, a água representa apenas uma pequena fração do planeta.

Dando sequência, o professor abordou a concepção dos quatro elementos proposta por Empédocles (495 a.C. – 430 a.C.): terra, água, ar e fogo. Relacionando essa ideia com a discussão anterior, explicou que o planeta Terra não é constituído apenas por água ou rochas, mas envolve também elementos associados ao ar (atmosfera) e ao calor interno (fogo), ressaltando a importância de cada um desses componentes para a existência da vida.

No caderno, os alunos registraram o seguinte conteúdo:

A formação do nosso planeta está ligada à história do Universo, iniciada com o Big Bang, há cerca de 13,8 bilhões de anos. No entanto, a Terra surgiu muito depois, dentro de um processo específico chamado formação do Sistema Solar.

Há cerca de 4,6 bilhões de anos, uma grande nuvem de gás e poeira, chamada nebulosa, começou a se contrair pela ação da gravidade. No centro dessa nebulosa, formou-se o Proto-Sol, que mais tarde deu origem ao Sol.

Ao redor do Proto-Sol, o material restante passou a se agrupar em pequenos corpos sólidos. Esses corpos, chamados de planetesimais, colidiam e se uniam, formando estruturas maiores conhecidas como protoplanetas.

Com o tempo, esses protoplanetas deram origem aos planetas do Sistema Solar, incluindo a Terra.

Por fim, o professor complementou a explicação com a exibição de um vídeo didático, reforçando os conceitos trabalhados em aula.



sexta-feira, 20 de março de 2026

5ª AULA: A TEORIA DO BIG BANG!

Aula expositiva dialogada sobre a Teoria do Big Bang.
Introdutoriamente, o professor instruiu a respeito do conceito de Universo.
Em seguida, o professor fez toda uma fala para integrar, como explicação de mundo, ou ainda, de Origem de Universo, as noções religiosas e autóctones (nível da ).
Desenvolvendo o conteúdo, o professor explicou a respeito de o que é uma Teoria, evidências e limitações da Ciência em relação a Evolução do Universo (nível da Razão).
Com o auxílio da "TV itinerante" da escola e de seu notebook, o professor mostrou a seguinte animação computadorizada:

 
O professor aconselha, ainda, fortemente, para recompor, que os estudantes assistam ao documentário, abaixo, bem como, leiam uma postagem anteriormente publicada neste blog:


sexta-feira, 13 de março de 2026

4ª AULA: MONTAGEM DOS PORTFÓLIOS!

Nesta aula, o professor iniciou a montagem das Jornadas de Aprendizagem (https://sites.google.com/educar.poa.br/registrodapratica/emef-porto-novo/portf%C3%B3lio/2026/turma-61-2025-portf%C3%B3lio), na qual serão publicadas as redações, bem como, no futuro, as demais produções dos estudantes.

Os  alunos deveriam estar com as suas redações prontas para que elas fossem copiadas e coladas para este ciberespaço.

sexta-feira, 6 de março de 2026

3ª AULA: REDAÇÕES SOBRE AS IDEIAS-FORÇA!

Nesta aula, o professor conferiu as redações elaboradas pelos estudantes. Fez as devidas correções, bem como, autorizou que elas fossem passadas a limpo/ digitadas nos Chromebooks
Os textos serão publicados nas Jornadas de Aprendizagerns individuais, uma para cada estudante.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

2ª AULA: IDEIAS-FORÇA: CONCLUSÃO E REDAÇÃO!

Aula expositiva e dialogada, na qual, o professor concluiu as explicações relativas às Ideias-Força: Dumas, Nietzsche, Saint-Exupéry e Demo.

Em seguida, solicitou a elaboração de um redação de, aproximadamente, 25-30 linhas, na qual os estudantes deveriam integrar as supracitadas ideias.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

1ª AULA: IDEIAS-FORÇA!

O professor retomou a aula passada, e, através de aula expositiva dialogada, explicou as Ideias-Força 2, 3 e 4, respectivamente, retiradas dos livros: 


"Escritos sobre educação", do filósofo alemão Friedrich Nietzsche (1844-1900):

"Devemos estudar para nós mesmos", "pensar por nós mesmos"...


"O Pequeno Príncipe", do escritor francês Antoine de Saint-Exupéry (1900-1944):

"Nunca devemos abandonar uma pergunta"


"Educar pela pesquisa", do sociólogo catarinense Pedro Demo (1941).

"Estudar é modo de vida", e, "Educar é mais que o mero instruir".


Aconselha-se, para recompor os aprendizados relacionados à aula, que os alunos assistam à videoaula abaixo:

quarta-feira, 2 de julho de 2025

AS ESFERAS TERRESTRES!

Aula expositiva dialogada, parte 1 de 2, sobre as três esferas do planeta Terra, a saber: a litosfera, a hidrosfera e a atmosfera

O professor explicou o que é sistema. Fez isso para preparar o entendimento dos estudantes em relação ao conjunto que seria estudado, dos elementos e da inter-relação entre esses componentes.

O professor conceituou a litosfeAS ESFERAS TERRESTRES:
Litosfera, hidrosfera e atmosfera.

Hoje aprenderemos sobre alguns sistemas terrestres. Sistemas são conjuntos de elementos que estão mais ou menos organizados e que se inter-relacionam. 

quarta-feira, 16 de abril de 2025

8ª AULA: EVIDÊNCIAS QUE CORROBORARAM A TEORIA DO BIG BANG!

Neste encontro, o professor proferiu aula expositiva dialogada explicando as duas principais evidências que corroboraram a Teoria do Big Bang, a saber:

- a Radiação de Fundo (o "eco" da Grande Explosão): os radiotelescópios.

Conjunto profissional de rádio telescópios. Fonte: Disponível em: <https://apod.nasa.gov/apod/ap020528.html>. Acesso em 15 de abr., 2025



- o Efeito Doppler (a "Fuga para o Vermelho): os espectrômetros.

O espectrômetro NEID (pronuncia-se "NOO-id"), que ajuda a localizar e caracterizar novos "mundos", observa o céu a partir do  Observatório Nacional Kitt Peak,  no Arizona, EUA. Fonte: Disponível em: <https://www.ipac.caltech.edu/news/neid-spectrometer-lights-up-path-to-exoplanet-exploration>. Acesso em 15 de abr., 2025.


quarta-feira, 19 de março de 2025

quarta-feira, 12 de março de 2025

5ª AULA: AULA EXPOSITIVA DIALOGADA SOBRE A TEORIA DO BIG BANG (INTRODUÇÃO)!

Neste aula, dois períodos, o professor ministrou aula introdutória para se chegar à explicação da Teoria do Big Bang. Fez isso através de aula expositiva dialogada.

Foi instruído que as duas possíveis explicações para a origem do Universo são as religiosa científica. Foi instruído que uma não tem prevalência sobre a outra em termos de ser superior e de trazer a verdade última, que são apenas possiveis explcações; uma, muito mais baseada na ; outra, muito mais na Razão

Em seguida, foi explicado o que é uma Teoria, do ponto de vista científico. Viu-se, então, ainda:

- a questão da possível e provável explicação, que é uma Teoria
- a questão da observação
- a questão das evidências, e, por fim
- a questão das hipóteses

Ou seja, como se pode ver, acima, instruiu-se a respeito de algumas das etapas do Método Científico, colocando-se, como reflexão, a célebre frase de Carl Sagan (1934-1996): "O Método é mais importante do que as descobertas científicas, porque, sem o Método, não haveria descoberta alguma.".

quarta-feira, 5 de março de 2025

4ª AULA: ELABORAÇÃO DOS PORTFÓLIOS ESPAÇOS DE APRENDIZAGENS!

Neste período, o professor orientou os estudantes a respeito das Jornadas de Aprendizagens e de como será a dinâmica desta ação pedagógica ao longo do Ano Letivo.

A medida em que isso era feito, ou seja, que os referidos espaços virtuais eram criados e os alunos se inteiravam de seu funcionamento, os estudantes iniciavam o processo de abastecimento do mesmo, por exemplo, passando (digitando) as suas redações para lá.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2025

2ª AULA: IDEIAS-FORÇA (PARTE 1 DE 2)!

Início do ano letivo de 2025!
Como de costume, o professor, através de aula expositiva e dialogada, introduziu a noção de Ideias-Força com os estudantes...
O objetivo foi o de instruir a repeito da vida estudantil dos jovens, bem como, (re)contruir entendimentos mais profundos do que o senso comum a respeito dos porquês de se estudar hoje em dia.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2025

1ª AULA: POR QUE EU ESTUDO (TEMPESTADE CEREBRAL)?

Início do ano letivo de 2025!
O professor conduziu uma conversa através da técnica de Tempestade Cerebral, através da qual os estudantes respondiam à pergunta "por que eu estudo?".

RETOMANDO NOSSOS REGISTROS DA PRÁTICA: AULAS DO 2º TRIMESTRE!

Nas últimas semanas, a dinâmica habitual de atualização deste espaço foi temporariamente alterada em razão da intensa mobilização da escola ...