terça-feira, 29 de agosto de 2023

25ª AULA: PROBLEMAS DOS SOLOS!

O professor retomou a aula anterior, e, em seguida, passou a instigar os alunos a responderem o que seria um "solo pobre".

À medida em que ia aproveitando as contribuições dos alunos, o professor ia colocando no quadro os entendimentos necessários.

Aspecto do quadro da aula.


Para concluir a aula, o professor solicitou a tarefa de identificar, no livro didático, outros problemas dos solos e escrevê-los e seus cadernos.

Para recompor o que foi estudado nesta aula, é interessante ler o material abaixo:

VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 120.

VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 121.

VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 121.

terça-feira, 22 de agosto de 2023

24ª AULA: CONCLUSÃO DA CORREÇÃO DA AVALIAÇÃO E SOLOS FÉRTEIS E POBRES!

Nesta aula, alguns alunos concluíram a correção da avaliação sem consulta feita em 08 de ago.. Os alunos que já haviam concluído a tarefa, trabalharam nas seguintes duas outras tarefas:

- Acessar o nosso Livro Didático ( https://api.plurall.net/media_viewer/documents/2597764 ), ler o conteúdo das páginas 119 em diante (obs.: pág. 153 do ".pdf"), e, com base nesta leitura, responder:

1)
As características de um solo dependem de quê?

2)
O que é um solo fértil?

3)
Dê exemplos de solos férteis, bem como, onde eles estão.

4)
O que é um solo não fértil? Dê exemplos.

- Assistir ao vídeo abaixo e responder:

1)
O que é solo?

2)
Quais são os principais tipos de solo?

3)
Quantas e quais camadas tem o solo?

4)
Como o solo é formado? 



terça-feira, 8 de agosto de 2023

terça-feira, 1 de agosto de 2023

21ª AULA: PREPARAÇÃO PARA A AVALIAÇÃO SEM CONSULTA!

Nesta aula, de posse de seus Chromebooks, os alunos organizaram-se, semelhantemente à aula anterior, bem como, estudaram para a avaliação sem consulta que irá ocorrer na próxima semana.

quarta-feira, 19 de julho de 2023

20ª AULA: O PERFIL DO SOLO E SEUS HORIZONTES!

De posse dos Chromebooks, os alunos fizeram, hoje, duas coisas, a saber:

1) Organizaram-se: entraram no presente blog, identificaram quais as aulas (matérias) eles não tinham, ainda, em seus cadernos (aulas, às quais haviam faltado). Feito isso, os estudantes criaram pastas, em seu Drive (Google), nomeadas de "Geografia", e, nelas salvaram os respectivos materiais de estudo, bem como, anotaram em seus caderno as temáticas das aulas perdidas.

2) Resolução de atividade sobre os horizontes do solo: à medida em que iam concluindo a tarefa acima, no GMail, Spaces, os alunos acessaram uma atividade que versava sobre Solos, seu Perfil  e Horizontes.   

Para recompor o que foi estudado na aula de hoje, aconselha-se a leitura do material relacionado, bem como, o reencontro com a tarefa solicitada no dia. Tudo isso está abaixo:


VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 118.

VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018.



VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018.

terça-feira, 11 de julho de 2023

19ª AULA: OS SOLOS E SEU PERFIL!

O professor retomou a aula passada, e, de imediato, seguiu com aula expositiva dialogada sobre os Solos.

Aspecto do quadro de giz, escrito e desenhado à medida em que o professor explicava o conteúdo.


Para que os estudantes possam recompor o que foi visto nesta aula, aconselha-se a leitura do material, retirado de "VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 117", abaixo:

VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 117.


VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 117.

terça-feira, 4 de julho de 2023

18° AULA: CICLO DAS ROCHAS E IMPACTOS SOCIOAMBIENTAIS DA MINERAÇÃO!

O professor retomou a aula anterior. Fez isso através de uma série de perguntas fechadas e abertas; convidou alguns alunos para responderem, bem como, a turma em geral.

Em seguida, passou à aula expositiva dialogada sobre o Ciclo da Rochas.

VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 112-113


Feitas as devidas explicações, com base, também, nas observações do infográfico contido no livro didático (vide ilustração acima), o professor solicitou a leitura e a colocação, no caderno, das principais consequências do rompimento da barragem do Fundão, Distrito de Bento Rodrigues, município de Mariana, Minas Gerais. 

Abaixo aspecto do material didático utilizado:

VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 114.


VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 114


VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 114

Para recompor o que foi estudado, recomenda-se a leitura dos textos abaixo, bem como a observação dos infográficos e vídeo:

Imagens exclusivas do rompimento da barragem em Brumadinho
Band Jornalismo, no Youtube.
Fonte: Disponível em: <https://www.youtube.com/@bandjornalismo>. Acesso em 04 de jul., 2023.


TEIXEIRA, W. et al. (Org.). Decifrando a Terra. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2009, p. 150.

terça-feira, 27 de junho de 2023

17ª AULA: TIPOS DE ROCHAS!

Aula expositiva dialogada sobre os Tipos de Rochas.

Os elementos vistos, foram:

Rochas Magmáticas, que são, como o nome já informa, formadas graças a solidificação do magma. As rochas magmáticas, também são chamadas de Rochas Ígneas (ver ilustração abaixo), e, se subdividem, em:

Esquema que mostra as rochas plutônicas, também chamadas de ígneas ou magmáticas. É possível observar que elas se formam dentro (intrusivas) ou fora (extrusivas) da superfície da Terra.
Fonte: TEIXEIRA, W. et al. (Org.). Decifrando a Terra. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2009, p. 164


Rochas Intrusivas (também chamadas de Rochas Plutônicas (por causa de Plutão, o deus do interior d Terra)): são as rochas que, como o nome já aponta (intrusivas (intrusão)), são formadas dentro das camadas internas do planeta Terra. Em virtude disso, formam-se lentamente. Em virtude de seu resfriamento lento, apresentam cristais (cristais) bem formados em sua composição, dando um aspecto heterogêneo (que se compõe de partes de natureza e espécie diferente).
Exemplo: granito (o paralelepípedo).

Piso bastante usual de "pedras" de paralelepípedo (granito). Rocha Magmática Intrusiva.

➝ Rochas Extrusivas: são as rochas que, conforme o nome indica (extrusivas (expulsão)), são formadas fora das camadas internas da Terra, ou seja, na superfície do planeta. Estas rochas, como se resfriam mais rápido do que as primeiras, não têm tempo de ter, nelas, bem formados, os cristais (minerais). Assim, elas são homogêneas (formado por elementos semelhantes).
Exemplo: basalto (as lajes do piso da escola).


Muro, bastante típico, feito de cacos de basalto. Rocha Magmática Extrusiva. É também usado e pisos.


Rochas Sedimentares, que, como o nome informa, são formadas por sedimentos retirados de outras rochas. Por outros termos, as forças da natureza, as intempéries (vento, chuva, Sol (calor), frio, etc.), causam a erosão. A erosão nada mais é do que o desgaste, que arranca pequenos pedaços (sedimentos) das rochas originais, que são deslocados para longe, e, lá, uma vez depositados, eles vêm a formar, por sedimentação, novas rochas.
Exemplo: o arenito (também muito usado nas lajes de calçadas).

Piso também bastante comum feito de "pedras" de arenito. Rocha Sedimentar.


➠ Rochas Metamórficas, são aquelas que, como o nome já aponta sofreram uma metamorfose, deixando de ser a rocha que eram originalmente, e, transformando-se em outra. É o caso do gnaisse que metamorfoseou-se do granito; do mármore, que metamorfoseou-se do calcário, etc.
Exemplo: o mármore (metamorfose do calcário), o Morro do Corcovado (que é de gnaisse (de 710 metros de altitude)) e a estátua do Cristo Redentor (que é de "pedra sabão" (metamorfose do talco), e que tem 38 metros de altura). 

O mármore é uma rocha metamórfica muito utilizada em bancadas de cozinha e banheiros.

Em primeiro plano, o Morro do Corcovado (um imenso gnaisse de 710 metros de altitude), sobre o qual está a estátua do Cristo Redentor (feita de "pedra sabão"). Ao fundo o Morro do Pão de Açúcar, todas as rochas citadas são metamórficas.


Sugere-se que os alunos, para recompor o que foi estudado na aula, (re)leiam o material abaixo:

VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 110. 


VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 111. 



VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 111. 

terça-feira, 20 de junho de 2023

16ª AULA: ROCHAS, MINERAIS E SOLOS (INTRODUÇÃO)!

O professor retomou a aula passada, e, em seguida, prosseguiu com aula expositiva dialogada sobre Rochas, Minerais e Solos; na aula de hoje, especificamente: as rochas.

Aspecto do quadro da aula.

Foi explicado que os elementos químicos, unindo-se, geram minerais, e, estes, por suas vez, ao unirem-se, geram rochas, bem como, a diferença entre Minerais e Minérios...

É muito interessante, para recompor o que foi visto na aula, que os alunos leiam o material didático, abaixo:

VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, 109.

VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, 109.

terça-feira, 6 de junho de 2023

15ª AULA: AS CAMADAS DA TERRA, TERREMOTOS, SUAS ONDAS SÍSMICAS E O ESTUDO DO INTERIOR DA TERRA!

Aula expositiva dialogada sobre a Estrutura Interna da Terra (conclusão), bem como, sobre o avanço da ciência geológica, e a forma como o ser humano faz para investigar, através da Geologia (e da Geofísica), a estrutura interna de nosso planeta.

A pergunta para instigar os alunos a interagirem com professor e atentar ao conteúdo, foi: 

É possível uma "Viagem ao centro da Terra", conforme escreveu Júlio Verne (1828-1905)?

Júlio Verne (1828-1905), o pai da Ficção Científica.
Fonte: JÚLIO VERNE. In: WIKIPÉDIA: a enciclopédia livre. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/J%C3%BAlio_Verne>. Acesso em: 09 out. 2009.


Após a rápida contextualização referente ao supracitado livro, bem como, ao referido autor, tudo visando um start, o professor passou a instruir, sobre:

-  a Geologia e a Geofísica e seus avanços, após as décadas de 1950 - 1960

- os raios aproximados da Terra; 6.378.137 m (6.378 km), semieixo maior (Equador); 6.356.752 m (6.357 km), semieixo menor (Polos). Vide ilustração abaixo:

Ilustração que mostra o semieixo maior (6.378km) e o semieixo menor (6.357) de nosso planeta.
TEIXEIRA, W. et al. (Org.). Decifrando a Terra. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2009, p. 61


- a espessura das Placas Tectônicas (continentais (entre 30 e 70 quilômetros) e oceânicas (entre 5 e 10 quilômetros)). Vide ilustração abaixo:

Ilustração que tem, nela, estimada, aproximadamente, as espessuras das placas oceânicas (entre 5 e 10 quilômetros) e continentais (entre 30 e 70 quilômetros). Ou seja, essas medidas variam bastante e podem chegar até a mais de 15 km, para as placas oceânicas (como ver-se-á, a seguir) e 250 km, para as placas continentais.
TEIXEIRA, W. et al. (Org.). Decifrando a Terra. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2009, p. 71 


- a profundidade dos mais profundos (com o perdão da redundância) poços de petróleo do mundo: o exemplo atual é um poço de petróleo com, aproximadamente, 15,2 mil metros (15,2 km), explorado por uma joint venture que envolve empresas britânicas (British Petroleum), francesas (Compagnie Française des Pétroles) e emiradenses (Abu Dhabi National Oil Company), situado na ilha emirática de Zirku, que integra o campo de petrolífero chamado de Upper Zakum. Observe as ilustrações abaixo: 

Estatal (Zakum Development Company (ZADCO)), dos Emirados Árabes Unidos (capital Abu Dhabi), quebrou o record de poço de petróleo mais profundo do mundo.
Fonte: Google Earth™.


Localizado a aproximadamente 84 km a noroeste das ilhas de Abu Dhabi, o campo petrolífero de Upper Zakum (polígino vermelho na imagem) tem reservas estimadas em 50 bilhões de barris de petróleo.
Fonte: modificada de Google Earth™.


Aspecto da ilha Zirku, que tem o poço de petróleo mais profundo do mundo. Ela é uma das seis ilhas que compõem o campo petrolífero de Upper Zakum, da estatal emiradense Zakum Development Company (ZADCO)
Fonte: Upper Zakum Offshore Oilfield Development, Abu Dhabi, UAE. Disponível em: <https://www-offshore--technology-com.translate.goog/projects/upper-zakum-offshore-uae/?_x_tr_sl=en&_x_tr_tl=pt&_x_tr_hl=pt-BR&_x_tr_pto=wapp>. Acesso em: 06 de jun., 2023.


Aspecto da torre de prospecção localizada no centro da ilha Zirku (Emirados Árabes Unidos).
y (ZADCO)
Fonte: Upper Zakum Offshore Oilfield Development, Abu Dhabi, UAE. Disponível em: <https://www-offshore--technology-com.translate.goog/projects/upper-zakum-offshore-uae/?_x_tr_sl=en&_x_tr_tl=pt&_x_tr_hl=pt-BR&_x_tr_pto=wapp>. Acesso em: 06 de jun., 2023.


- a ficção científica contraposta à a realidade objetiva da ciência: a impossibilidade de uma "viagem ao centro da Terra", e, portanto, a resposta à pergunta acima formulada

- as ondas sísmicas e os sismógrafos e a possibilidade de, através delas, "radiografar" o interior da Terra.

Aconselha-se, para recompor os conhecimentos trabalhados nesta aula, que o aluno releia o texto de recomposição, retirados, de VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 94-96, clicando ::: AQUI :::, bem como, os textos abaixo:


VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 97.



VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 97.



VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 97.




VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 98.


VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 98.




VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 98.


VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 99.



VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 99.


VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 100.


VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 100.



VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 100.



VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 101.



VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 101.



VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 102.



VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 102.

terça-feira, 30 de maio de 2023

14ª AULA: RECOMPOSIÇÃO SOBRE A ESTRUTURA INTERNA DA TERRA!

O professor retomou a aula anterior, e, de imediato, solicitou que os alunos lessem as páginas 95 a 101.

Com base na leitura, os alunos deveriam responder à seguinte questão: 

Diferentemente da ficção de Júlio Verne (1828-1905), o homem nunca fez uma "Viagem ao centro da Terra". Então, como pode ser que ele saiba a estrutura interna da Terra?

Enquanto isso, o professor avaliou o caderno dos estudantes.

terça-feira, 23 de maio de 2023

13ª AULA: ESTRUTURA INTERNA DA TERRA!

O professor fez uma fala a respeito do perfil da turma, que emergiu do Conselho de Classe. O professor destacou a importância de os alunos se empenharem e se esforçarem mais em relação ao seu estudo e aprendizado.

Feito isso, o professor retomou a aula anterior.

Em seguida, seguiu-se aula expositiva dialogada sobre a Estrutura Interna da Terra (ver ilustração, abaixo).

VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 95

Aconselha-se, para recompor alguns dos conhecimentos trabalhados em aula, que o aluno leia os texto abaixo, retirado de "VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 94-96":

Energia do sistema terrestre

Todo movimento e toda mudança de estado físico dependem de um gasto de energia. As principais fontes de energia do sistema terrestre têm duas origens: o Sol e O interior da Terra.

A radiação solar é fonte de energia externa responsável por inúmeros fenômenos que ocorrem na superfície terrestre: as variações de temperatura, os ventos, o ciclo da água e a modelagem do relevo são alguns exemplos.

A energia vinda do interior do planeta é responsável pelo vulcanismo, pelos terremotos, pelos maremotos e pela formação de diversas formas de relevo observadas na superfície terrestre.

Ha ainda outras fontes de energia que exercem alguma influência sobre a Terra, como aluz das estrelas, a atração exercida pela Lua, os choques provocados pelos meteoritos na atmosfera e na superfície terrestre, e os movimentos da Terra, sobretudo o de rotação, que exerce influência sobre a direção dos ventos e das correntes marítimas.

Contudo, nenhuma dessas outras fontes de energia exerce impacto e influência tão grandes quanto a do Sol e do interior da Terra.

A crosta terrestre, ou litosfera, é a camada sólida e superficial da Terra, composta de rochas e minerais. Costuma ser comparada a casca de um ovo, pois sua espessura é pequena em relação ao tamanho total do planeta. Nela é possível distinguir:

* acrosta continental, que forma os continentes e apresenta áreas com profundidade entre 30 quilômetros e 80 quilômetros de espessura;

* a crosta oceânica, com menor espessura, situada abaixo dos oceanos e mares.

O manto situa-se sob a crosta terrestre. Sua profundidade chega a até 2 900 quilômetros. Uma grande parte do manto encontra-se na forma viscosa, ou seja, na mesma forma do magma. Isso explica por que blocos da crosta terrestre — as chamadas placas tectônicas, que estudaremos mais a frente —- se encontram em movimento, como se deslizassem lentamente sobre componentes escorregadios.


Viscoso: pastoso, pegajoso.

Magma: massa mineral viscosa, em estado de fusão, ou seja, entre o estado sólido e o liquido. Esta situada a grande profundidade da superfície terrestre. O magma se solidifica quando resfria, dando origem as rochas ígneas.

O núcleo da Terra, unidade central do planeta, é formado por materiais bem mais densos que os do manto ou da crosta, com predomínio de níquel e de ferro. As temperaturas nessa área são elevadíssimas: chegam a atingir cerca de 4800 °C.

Apesar das elevadas temperaturas, acredita-se que o centro desse núcleo, chamado núcleo interno, seja sólido em razão da imensa pressão exercida pelas camadas superiores a ele. O núcleo interno começa em cerca de 5.150 km e vai até o centro do planeta, que esta a 6371 km de profundidade. Além disso, provavelmente, o núcleo externo que o envolve, em estado de fusão, é viscoso. Começa a cerca de 2.900 km e vai até 5 150 km de profundidade.

Outro fenômeno importante para se compreender melhor o interior da Terra é o chamado grau geotérmico, isto é, o aumento progressivo da temperatura conforme se adentra o núcleo do planeta. A cada 30 metros de profundidade na litosfera, em média, a temperatura aumenta cerca de 1 °C. Mas abaixo da litosfera esse aumento é maior, dai a temperatura chegar até os 4800 °C no interior do planeta.

Outro elemento importante para entender as diferentes camadas internas da Terra é a ação da gravidade, que você já viu no capitulo 4. Como o planeta é, provavelmente, um dos fragmentos da nebulosa que deu origem ao Sistema Solar, durante bilhões de anos ele foi esfriando e, gradativamente, passando do estado gasoso para os estados liquido e sólido. Nesse processo, os materiais mais densos concentraram-se no núcleo da Terra e os menos densos ficaram mais próximos da superfície. E semelhante ao que ocorre quando se misturam vários materiais em um recipiente: os mais leves, como a água, ficam na superfície, e os mais pesados ou densos permanecem no fundo.

RETOMANDO NOSSOS REGISTROS DA PRÁTICA: AULAS DO 2º TRIMESTRE!

Nas últimas semanas, a dinâmica habitual de atualização deste espaço foi temporariamente alterada em razão da intensa mobilização da escola ...