terça-feira, 27 de junho de 2023

17ª AULA: TIPOS DE ROCHAS!

Aula expositiva dialogada sobre os Tipos de Rochas.

Os elementos vistos, foram:

➠ Rochas Magmáticas, que são, como o nome já informa, formadas graças a solidificação do magma. As rochas magmáticas, também são chamadas de Rochas Ígneas (ver ilustração abaixo), e, se subdividem, em:

Esquema que mostra as rochas plutônicas, também chamadas de ígneas ou magmáticas. É possível observar que elas se formam dentro (intrusivas) ou fora (extrusivas) da superfície da Terra.
Fonte: TEIXEIRA, W. et al. (Org.). Decifrando a Terra. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2009, p. 164


➝ Rochas Intrusivas (também chamadas de Rochas Plutônicas (por causa de Plutão, o deus do interior d Terra)): são as rochas que, como o nome já aponta (intrusivas (intrusão)), são formadas dentro das camadas internas do planeta Terra. Em virtude disso, formam-se lentamente. Em virtude de seu resfriamento lento, apresentam cristais (cristais) bem formados em sua composição, dando um aspecto heterogêneo (que se compõe de partes de natureza e espécie diferente).
Exemplo: granito (o paralelepípedo).

Piso bastante usual de "pedras" de paralelepípedo (granito). Rocha Magmática Intrusiva.

➝ Rochas Extrusivas: são as rochas que, conforme o nome indica (extrusivas (expulsão)), são formadas fora das camadas internas da Terra, ou seja, na superfície do planeta. Estas rochas, como se resfriam mais rápido do que as primeiras, não têm tempo de ter, nelas, bem formados, os cristais (minerais). Assim, elas são homogêneas (formado por elementos semelhantes).
Exemplo: basalto (as lajes do piso da escola).


Muro, bastante típico, feito de cacos de basalto. Rocha Magmática Extrusiva. É também usado e pisos.


➠ Rochas Sedimentares, que, como o nome informa, são formadas por sedimentos retirados de outras rochas. Por outros termos, as forças da natureza, as intempéries (vento, chuva, Sol (calor), frio, etc.), causam a erosão. A erosão nada mais é do que o desgaste, que arranca pequenos pedaços (sedimentos) das rochas originais, que são deslocados para longe, e, lá, uma vez depositados, eles vêm a formar, por sedimentação, novas rochas.
Exemplo: o arenito (também muito usado nas lajes de calçadas).

Piso também bastante comum feito de "pedras" de arenito. Rocha Sedimentar.


➠ Rochas Metamórficas, são aquelas que, como o nome já aponta sofreram uma metamorfose, deixando de ser a rocha que eram originalmente, e, transformando-se em outra. É o caso do gnaisse que metamorfoseou-se do granito; do mármore, que metamorfoseou-se do calcário, etc.
Exemplo: o mármore (metamorfose do calcário), o Morro do Corcovado (que é de gnaisse (de 710 metros de altitude)) e a estátua do Cristo Redentor (que é de "pedra sabão" (metamorfose do talco), e que tem 38 metros de altura). 

O mármore é uma rocha metamórfica muito utilizada em bancadas de cozinha e banheiros.

Em primeiro plano, o Morro do Corcovado (um imenso gnaisse de 710 metros de altitude), sobre o qual está a estátua do Cristo Redentor (feita de "pedra sabão"). Ao fundo o Morro do Pão de Açúcar, todas as rochas citadas são metamórficas.


Sugere-se que os alunos, para recompor o que foi estudado na aula, (re)leiam o material abaixo:

VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 110. 


VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 111. 



VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 111. 

terça-feira, 20 de junho de 2023

16ª AULA: ROCHAS, MINERAIS E SOLOS (INTRODUÇÃO)!

O professor retomou a aula passada, e, em seguida, prosseguiu com aula expositiva dialogada sobre Rochas, Minerais e Solos; na aula de hoje, especificamente: as rochas.

Aspecto do quadro da aula.

Foi explicado que os elementos químicos, unindo-se, geram minerais, e, estes, por suas vez, ao unirem-se, geram rochas, bem como, a diferença entre Minerais e Minérios...

É muito interessante, para recompor o que foi visto na aula, que os alunos leiam o material didático, abaixo:

VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, 109.

VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, 109.

terça-feira, 6 de junho de 2023

15ª AULA: AS CAMADAS DA TERRA, TERREMOTOS, SUAS ONDAS SÍSMICAS E O ESTUDO DO INTERIOR DA TERRA!

Aula expositiva dialogada sobre a Estrutura Interna da Terra (conclusão), bem como, sobre o avanço da ciência geológica, e a forma como o ser humano faz para investigar, através da Geologia (e da Geofísica), a estrutura interna de nosso planeta.

A pergunta para instigar os alunos a interagirem com professor e atentar ao conteúdo, foi: 

É possível uma "Viagem ao centro da Terra", conforme escreveu Júlio Verne (1828-1905)?

Júlio Verne (1828-1905), o pai da Ficção Científica.
Fonte: JÚLIO VERNE. In: WIKIPÉDIA: a enciclopédia livre. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/J%C3%BAlio_Verne>. Acesso em: 09 out. 2009.


Após a rápida contextualização referente ao supracitado livro, bem como, ao referido autor, tudo visando um start, o professor passou a instruir, sobre:

-  a Geologia e a Geofísica e seus avanços, após as décadas de 1950 - 1960

- os raios aproximados da Terra; 6.378.137 m (6.378 km), semieixo maior (Equador); 6.356.752 m (6.357 km), semieixo menor (Polos). Vide ilustração abaixo:

Ilustração que mostra o semieixo maior (6.378km) e o semieixo menor (6.357) de nosso planeta.
TEIXEIRA, W. et al. (Org.). Decifrando a Terra. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2009, p. 61


- a espessura das Placas Tectônicas (continentais (entre 30 e 70 quilômetros) e oceânicas (entre 5 e 10 quilômetros)). Vide ilustração abaixo:

Ilustração que tem, nela, estimada, aproximadamente, as espessuras das placas oceânicas (entre 5 e 10 quilômetros) e continentais (entre 30 e 70 quilômetros). Ou seja, essas medidas variam bastante e podem chegar até a mais de 15 km, para as placas oceânicas (como ver-se-á, a seguir) e 250 km, para as placas continentais.
TEIXEIRA, W. et al. (Org.). Decifrando a Terra. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2009, p. 71 


- a profundidade dos mais profundos (com o perdão da redundância) poços de petróleo do mundo: o exemplo atual é um poço de petróleo com, aproximadamente, 15,2 mil metros (15,2 km), explorado por uma joint venture que envolve empresas britânicas (British Petroleum), francesas (Compagnie Française des Pétroles) e emiradenses (Abu Dhabi National Oil Company), situado na ilha emirática de Zirku, que integra o campo de petrolífero chamado de Upper Zakum. Observe as ilustrações abaixo: 

Estatal (Zakum Development Company (ZADCO)), dos Emirados Árabes Unidos (capital Abu Dhabi), quebrou o record de poço de petróleo mais profundo do mundo.
Fonte: Google Earth™.


Localizado a aproximadamente 84 km a noroeste das ilhas de Abu Dhabi, o campo petrolífero de Upper Zakum (polígino vermelho na imagem) tem reservas estimadas em 50 bilhões de barris de petróleo.
Fonte: modificada de Google Earth™.


Aspecto da ilha Zirku, que tem o poço de petróleo mais profundo do mundo. Ela é uma das seis ilhas que compõem o campo petrolífero de Upper Zakum, da estatal emiradense Zakum Development Company (ZADCO)
Fonte: Upper Zakum Offshore Oilfield Development, Abu Dhabi, UAE. Disponível em: <https://www-offshore--technology-com.translate.goog/projects/upper-zakum-offshore-uae/?_x_tr_sl=en&_x_tr_tl=pt&_x_tr_hl=pt-BR&_x_tr_pto=wapp>. Acesso em: 06 de jun., 2023.


Aspecto da torre de prospecção localizada no centro da ilha Zirku (Emirados Árabes Unidos).
y (ZADCO)
Fonte: Upper Zakum Offshore Oilfield Development, Abu Dhabi, UAE. Disponível em: <https://www-offshore--technology-com.translate.goog/projects/upper-zakum-offshore-uae/?_x_tr_sl=en&_x_tr_tl=pt&_x_tr_hl=pt-BR&_x_tr_pto=wapp>. Acesso em: 06 de jun., 2023.


- a ficção científica contraposta à a realidade objetiva da ciência: a impossibilidade de uma "viagem ao centro da Terra", e, portanto, a resposta à pergunta acima formulada

- as ondas sísmicas e os sismógrafos e a possibilidade de, através delas, "radiografar" o interior da Terra.

Aconselha-se, para recompor os conhecimentos trabalhados nesta aula, que o aluno releia o texto de recomposição, retirados, de VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 94-96, clicando ::: AQUI :::, bem como, os textos abaixo:


VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 97.



VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 97.



VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 97.




VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 98.


VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 98.




VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 98.


VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 99.



VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 99.


VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 100.


VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 100.



VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 100.



VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 101.



VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 101.



VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 102.



VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 102.

terça-feira, 30 de maio de 2023

14ª AULA: RECOMPOSIÇÃO SOBRE A ESTRUTURA INTERNA DA TERRA!

O professor retomou a aula anterior, e, de imediato, solicitou que os alunos lessem as páginas 95 a 101.

Com base na leitura, os alunos deveriam responder à seguinte questão: 

Diferentemente da ficção de Júlio Verne (1828-1905), o homem nunca fez uma "Viagem ao centro da Terra". Então, como pode ser que ele saiba a estrutura interna da Terra?

Enquanto isso, o professor avaliou o caderno dos estudantes.

terça-feira, 23 de maio de 2023

13ª AULA: ESTRUTURA INTERNA DA TERRA!

O professor fez uma fala a respeito do perfil da turma, que emergiu do Conselho de Classe. O professor destacou a importância de os alunos se empenharem e se esforçarem mais em relação ao seu estudo e aprendizado.

Feito isso, o professor retomou a aula anterior.

Em seguida, seguiu-se aula expositiva dialogada sobre a Estrutura Interna da Terra (ver ilustração, abaixo).

VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 95

Aconselha-se, para recompor alguns dos conhecimentos trabalhados em aula, que o aluno leia os texto abaixo, retirado de "VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 94-96":

Energia do sistema terrestre

Todo movimento e toda mudança de estado físico dependem de um gasto de energia. As principais fontes de energia do sistema terrestre têm duas origens: o Sol e O interior da Terra.

A radiação solar é fonte de energia externa responsável por inúmeros fenômenos que ocorrem na superfície terrestre: as variações de temperatura, os ventos, o ciclo da água e a modelagem do relevo são alguns exemplos.

A energia vinda do interior do planeta é responsável pelo vulcanismo, pelos terremotos, pelos maremotos e pela formação de diversas formas de relevo observadas na superfície terrestre.

Ha ainda outras fontes de energia que exercem alguma influência sobre a Terra, como aluz das estrelas, a atração exercida pela Lua, os choques provocados pelos meteoritos na atmosfera e na superfície terrestre, e os movimentos da Terra, sobretudo o de rotação, que exerce influência sobre a direção dos ventos e das correntes marítimas.

Contudo, nenhuma dessas outras fontes de energia exerce impacto e influência tão grandes quanto a do Sol e do interior da Terra.

A crosta terrestre, ou litosfera, é a camada sólida e superficial da Terra, composta de rochas e minerais. Costuma ser comparada a casca de um ovo, pois sua espessura é pequena em relação ao tamanho total do planeta. Nela é possível distinguir:

* acrosta continental, que forma os continentes e apresenta áreas com profundidade entre 30 quilômetros e 80 quilômetros de espessura;

* a crosta oceânica, com menor espessura, situada abaixo dos oceanos e mares.

O manto situa-se sob a crosta terrestre. Sua profundidade chega a até 2 900 quilômetros. Uma grande parte do manto encontra-se na forma viscosa, ou seja, na mesma forma do magma. Isso explica por que blocos da crosta terrestre — as chamadas placas tectônicas, que estudaremos mais a frente —- se encontram em movimento, como se deslizassem lentamente sobre componentes escorregadios.


Viscoso: pastoso, pegajoso.

Magma: massa mineral viscosa, em estado de fusão, ou seja, entre o estado sólido e o liquido. Esta situada a grande profundidade da superfície terrestre. O magma se solidifica quando resfria, dando origem as rochas ígneas.

O núcleo da Terra, unidade central do planeta, é formado por materiais bem mais densos que os do manto ou da crosta, com predomínio de níquel e de ferro. As temperaturas nessa área são elevadíssimas: chegam a atingir cerca de 4800 °C.

Apesar das elevadas temperaturas, acredita-se que o centro desse núcleo, chamado núcleo interno, seja sólido em razão da imensa pressão exercida pelas camadas superiores a ele. O núcleo interno começa em cerca de 5.150 km e vai até o centro do planeta, que esta a 6371 km de profundidade. Além disso, provavelmente, o núcleo externo que o envolve, em estado de fusão, é viscoso. Começa a cerca de 2.900 km e vai até 5 150 km de profundidade.

Outro fenômeno importante para se compreender melhor o interior da Terra é o chamado grau geotérmico, isto é, o aumento progressivo da temperatura conforme se adentra o núcleo do planeta. A cada 30 metros de profundidade na litosfera, em média, a temperatura aumenta cerca de 1 °C. Mas abaixo da litosfera esse aumento é maior, dai a temperatura chegar até os 4800 °C no interior do planeta.

Outro elemento importante para entender as diferentes camadas internas da Terra é a ação da gravidade, que você já viu no capitulo 4. Como o planeta é, provavelmente, um dos fragmentos da nebulosa que deu origem ao Sistema Solar, durante bilhões de anos ele foi esfriando e, gradativamente, passando do estado gasoso para os estados liquido e sólido. Nesse processo, os materiais mais densos concentraram-se no núcleo da Terra e os menos densos ficaram mais próximos da superfície. E semelhante ao que ocorre quando se misturam vários materiais em um recipiente: os mais leves, como a água, ficam na superfície, e os mais pesados ou densos permanecem no fundo.

terça-feira, 16 de maio de 2023

12ª AULA: AS ESFERAS TERRESTRES: HIDROSFERA, ATMOSFERA, LITOSFERA E BIOSFERA!

 Aula expositiva dialogada sobre as esferas do planeta Terra, a saber:

Litosfera: do grego antigo λίϑος , lithos ("pedra") + σφαῖρα, sphaira ("esfera"), é a camada de rochas da Terra. Pode ser dividida em placas, mais especificamente, as Placas Continentais e Placas Oceânicas; as primeiras têm espessura mais grossa, entre, aproximadamente, 250km e 350km; as segundas, mais finas, podem variar entre, aproximadamente, 10km e 70km.

Aspecto artístico computacional de como seria a Terra sem atmosfera, hidrosfera e biosfera, ou seja, somente a litosfera é apresentada nesta ilustração.
Fonte: ADAMS, Mark. If Earth had no atmosphere, would its landmass (the continents, for example) look the same, but without life? (Se a Terra não tivesse atmosfera, sua massa terrestre (os continentes, por exemplo) pareceria a mesma, mas sem vida?). In: Quora. Disponível em: <https://qr.ae/pynMDs>. Acesso em 16 de mai., 2023

Atmosfera: do grego antigo ατμός , atmós ("vapor") + σφαῖρα, sphaira ("esfera"), é a camada de gases da Terra. Gases, dentre os quais, o oxigênio, é o mais importante à vida humana.

Aspecto da atmosfera o fino envelope de gases que envolve a Terra!

Hidrosfera: do grego antigo ὕδωρ , húdōr ("hidro", "água") + σφαῖρα, sphaira ("esfera"), é a camada de águas da Terra: mares, oceanos, lagos, arroios, rios, geleiras, aquíferos, enfim, todos os tipos de corpos d'água presentes na Terra.

Aspecto da hidrosfera em uma de suas menores unidades de medida, a gota d'água!

Biosfera: do grego antigo βίος , bíos ("vida") + σφαῖρα, sphaira ("esfera"), é a camada de vida do planeta Terra, todos os seres vivos, desde os presentes no holobionte (vide ilustração abaixo) até chegar aos outros seres vivos mais complexos, mamíferos. 

Aspecto artístico do holobionte; o ser humano tem, aproximadamente, 4kg de seu peso corpóreo composto de outros seres vivos: flora (intestinal), fungos, vírus e bactérias, por exemplo.
Fonte: Ilustração original em aquarela sobre papel fine art. Holobionte - Chana de Moura. Disponível em: <https://www.calafia.com.br/produtos/holobionte-chana-de-moura/>. Acesso em 16 de mai., 2023

Para recompor alguns dos aprendizados objetivados nesta aula, aconselha-se a leitura do texto abaixo, retirado de "VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 91-93":

SUPERFÍCIE TERRESTRE

Os seres humanos ocupam apenas uma parte da Terra: a superfície, pois o centro do planeta, as altas camadas atmosféricas e o fundo do mar não lhes oferecem condições de vida adequadas. 

Pode-se dizer, então, que o espaço geográfico compreende toda a superfície terrestre, pois esse é o espaço que os seres humanos ocupam e modificam continuamente. 

Exemplos de alteração feita pelos seres humanos na superfície terrestre são edifícios, estradas, pontes, túneis e campos de cultivo. Na verdade, a humanidade sempre alterou o meio ambiente, principalmente após o controle do fogo, há mais de 100 mil anos, e depois, com a Revolução Neolítica, há cerca de 12 mil anos, quando os seres humanos deixaram de ser apenas caçadores e coletores de frutos nas matas e passaram a praticar a agricultura. Mais recentemente, com a Revolução Industrial, iniciada em meados do século XVIII o trabalho humano sobre a natureza passou a se expandir continuamente, com o advento de novas máquinas, de tratores e escavadeiras, o uso de explosivos para abrir caminhos nas montanhas, etc.

A superfície terrestre corresponde a uma camada de mais ou menos 25 quilômetros de espessura, na qual as esferas do planeta se inter-relacionam, Foi nela que a vida se desenvolveu e ainda se desenvolve, Vamos entender o que é cada uma dessas esferas ou partes do sistema terrestre.

A agricultura é um exemplo de atividade humana que transforma o espaço 
geográfico. A imagem mostra um relevo que provavelmente foi aplainado para o 
cultivo e substituiu a vegetação original. A modificação tem aspectos positivos (о 
aumento da produção de alimentos) e negativos (os desmatamentos e a perda 
de biodiversidade). Colheita de soja em Londrina (PR), em 2018.


A imagem mostra o município de Sorocaba (SP) em 2018. Nas cidades, as
 transformações das paisagens podem ser observadas pela criação de um espaço
 artificial, humanizado, com o asfaltamento das vias, a construção de edifícios,
 casas, avenidas, e a intensa circulação de pessoas, sobretudo devido ao uso de
 veículos automotores.

 

Litosfera

A litosfera, ou crosta terrestre, é a porção sólida da Terra. É constituída de rochas e minerais e compõe todos os continentes, as ilhas e o assoalho dos mares e oceanos. 

Os continentes e as ilhas, que constituem as terras emersas, são as partes da litosfera ocupadas pelos seres humanos. A superfície terrestre, contudo, não abrange toda a litosfera. Ela chega, no máximo, a 12 quilômetros de profundidade. Em diferentes profundidades dessa camada, encontram-se as riquezas do subsolo, como os minérios e os recursos energéticos, e também as diversas formas de vida existentes no planeta.


Hidrosfera

A hidrosfera é o conjunto das águas da superfície terrestre: os mares, os oceanos, os rios, os lagos, a água subterrânea, as geleiras e a água presente na atmosfera. A porção da hidrosfera com a qual o ser humano mais interage é a que se aprofunda até cerca de um quilômetro. Dessa faixa, ele extrai água, alimentos —
como peixes, algas, crustáceos — e recursos minerais e energéticos. Já no assoalho dos mares e oceanos, onde se encontram jazidas de petróleo, por exemplo, a profundidade pode chegar a 12 quilômetros.

A enorme parte liquida — os mares e oceanos, que ocupam cerca de 71% dos 510 milhões de km² da superfície terrestre — também é aproveitada pelos seres humanos de diversas formas, especialmente para o transporte: mais de 90% do comércio internacional é realizado por meio de navios. Alem do transporte de pessoas e mercarias feito na superfície dos mares e rios, são construídas barragens e usinas para a geração de energia elétrica, as hidrelétricas.

Infelizmente, a hidrosfera é muito afetada por resíduos líquidos e sólidos (lixo e esgotos diversos), o que contamina as águas e prejudica a vida dos seres aquáticos.

A hidrelétrica de Mauá, no Paraná, foi construída no rio Tibagi, entre os municípios paranaenses de Telémaco Borba e Ortigueira. Ela utiliza a força águas do rio para gerar energia elétrica e abastecer cerca de 1 milhão de pessoas. Observe na imagem a presença da hidrosfera (o rio), mas também das demais esferas que compõem o planeta: litosfera, biosfera e atmosfera (que não pode ser vista, mas que está presente. Foto de 2015.

Atmosfera

A atmosfera é a camada gasosa que envolve a Terra. E constituída principalmente de oxigênio e nitrogênio, além de outros gases, e de água. A atmosfera tem pouco mais de 800 quilômetros de espessura e divide-se em diversas camadas, de acordo com a predominância de gases que compõem cada uma delas. O ar que respiramos se concentra na parte que fica mais próxima da superfície terrestre, a uma altura de no máximo 12 quilômetros. E nessa parte que ocorrem os fenômenos meteorológicos, como as chuvas, as nuvens, os ventos, e é onde circula a maioria dos avides.

Biosfera

A biosfera surge na intersecção das demais esferas: litosfera, hidrosfera e atmosfera. E a parte da superfície terrestre onde se encontram todos os seres vivos, como animais, vegetais e microrganismos, matéria orgânica, além de elementos inorgânicos, que permitem ou sustentam a existência da vida no planeta, como o solo, o ar, a água, a radiação solar, etc. Ao estudar mais sobre os solos no próximo capitulo, você observará um exemplo da importante inter-relação entre matéria orgânica e elementos inorgânicos para o desenvolvimento da vida no planeta Terra.

(Fonte: VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 91-93. Disponível em: <https://api.plurall.net/media_viewer/documents/2597764>. Acesso em: 16 de mai., 2023)

terça-feira, 9 de maio de 2023

11ª AULA: CORREÇÃO DA AVALIAÇÃO SEM CONSULTA!

O professor devolveu as avaliações sem consulta devidamente corrigidas e com os conceitos. De posse delas, os alunos, utilizando-se de consulta aos cadernos, responderam a prova novamente, ou ainda, corrigiram as mesmas por si.

Enquanto isso, o professor orientou os alunos (cinco), que haviam faltado à aula anterior, a responderem à prova, sem consulta, como foi conduzida ao demais na semana anterior.

terça-feira, 2 de maio de 2023

terça-feira, 25 de abril de 2023

9ª AULA: A TERRA: MOVIMENTOS (TRANSLAÇÃO, NUTAÇÃO E PRECESSÃO DOS EQUINÓCIOS)!

Com o auxílio de um Globo Terrestre, o professor retomou a aula anterior, sobre o movimentos de rotação. 

Em seguida, passou, através de aula expositiva dialogada, a explicar os movimentos de translação, nutação e precessão dos equinócios.

Para recompor os conhecimentos trabalhados, o professor recomenda que os alunos assistam o(s) vídeo(s), baixo:

Videoaula a respeito do Movimento de Rotação.

Videoaula sobre o Movimento de Translação.

Videoaula que versa sobre os movimentos de Nutação e Precessão dos Equinócios.

terça-feira, 18 de abril de 2023

8ª AULA: A TERRA: FORMAÇÃO E MOVIMENTOS (A ROTAÇÃO)!

O professor retomou a aula anterior, e, de imediato, através de aula expositiva dialogada, explicou sobre a formação da Terra e sobre o movimento de rotação.

Aspecto do quadro magnético da aula, com a interação da aluna Brenda Pires.

Alguns dos elementos vistos na aula, foram:

- "Terra, planeta água"? (Guilherme Arantes (1953 - ), com sua música, estaria certo? Os gregos erraram? A Terra desde ser chamada de "Planeta Água"?)
- os quatro elementos: a terra, a água, o fogo e o ar (cf. Empédocles (495 a.C.-430 a.C.))...
- a formação da Terra: Teoria da Acreção
- Movimentos da Terra: a rotação: descrição do movimento, a duração, o que ele gera, a velocidade e o sentido

Aspecto da quadro magnético da aula.

Obs.: aconselha-se, para recompor, os conhecimentos trabalhados nesta aula, que os alunos acessem os Links presentes no teto acima. 

terça-feira, 11 de abril de 2023

7ª AULA: SPACES E CLASSROOM!

Nesta aula, o professor, com o uso dos Chromebooks, cada aluno com o seu, introduziu os estudantes no Spaces do/ no Gmail e no Classroom!!!


Estes espaços virtuais, além do presente blog, serão, doravante, mais constantemente usados para os estudos!!!


Aspecto do Spaces das turmas no  Gmail.

Aspecto do Classroom das turmas.


terça-feira, 4 de abril de 2023

6ª AULA: O "BIG BANG"!

O professor retomou a aula anterior, sobre O Universo.

Em seguida, prosseguiu com aula expositiva dialogada sobre a Teoria do Big Bang.

O professor explicou que uma teoria deve envolver o Método Científico, a saber:

→  a observação de um fato na Natureza: no caso desta aula: observar o próprio Universo

→ a formulação de um problema: no caso desta aula: como o Universo foi formado? (note-se que o tal do problema é sempre uma pergunta - termina com ponto de interrogação)

→ a formulação de hipóteses (que são possíveis respostas/ explicações): no caso da aula de hoje: o Universo deve ter tido uma Origem...

→ a busca por evidências: no caso da aula de hoje: buscar, através da observação, e até mesmo de experimentações, provas ou indícios de que a teoria está correta

Feito isso, depois de ter escrito no quadro sobre George Lemaître (1894-1966), o, por assim dizer, pai da Teoria do Big Bang, o professor explicou sobre as noções de Átomo Primordial (ou Ovo Cósmico) e Singularidade, bem como, sobre e as duas principais evidências que corroboraram a referida teoria.

Aspecto de como ficou o Quadro Magnético da aula!


Para que os alunos possam recompor os conhecimentos trabalhados, bem como, estudar mais e aprofundar o que foi visto, aconselha-se os documentários, abaixo:

SOBRE A RADIAÇÃO DE FUNDO:

CARL SAGAN: A "Fuga para o Vermelho", "Expansão do Universo" (ou Efeito Doppler)
Fonte: Disponível, em: <https://www.youtube.com/watch?v=K-0z8S-GJhw>. Acesso em 04 de abr., 2023.


TUDO SOBRE O BIG BANG:

The History Channel: Universo, Além, Big Bang.
Fonte: Disponível em <https://www.youtube.com/watch?v=xQOgXcQpTnU>. Acesso em: 04 de abr., 2023.

Aconselha-se ainda, pelas mesmas razões acima apresentadas, a saber: para recompor os conhecimentos trabalhados em aula, bem como, estudar mais e aprofundar o que foi visto, aconselha-se a leitura da apostila, abaixo: 

terça-feira, 28 de março de 2023

5º AULA: O UNIVERSO!

Aula expositiva dialogada sobre o Universo.

Aconselha-se, desde já, para recompor algum dos conhecimentos trabalhados, que o aluno leia a apostila abaixo.

::: ORIGEM E DIMENSÕES DO UNVERSO :::

É interessante, ainda, dar uma olhada, novamente, nas anotações feitas em aula.

Aspecto do quadro magnético da aula!


terça-feira, 21 de março de 2023

4º AULA: quarta e última ideia-força sobre o porquê de estudar!

O professor retomou as aulas passadas, e, por meio de aula expositiva dialogada, explicou a 4ª Ideia-Força, retirada do livro "Educar pela pesquisa", do sociólogo catarinense Pedro Demo (1941-).

Em seguida, o professor solicitou uma redação com uma nova resposta à pergunta "por que você estuda?", agora, com base no que foi estudado.

Aspecto do quadro da aula!


2ª AULA DO 3º TRI.: PROBLEMAS DE CÁLCULO DE ESCALAS!

Nesta aula, os estudantes trabalharam em atividades que consistiam na resolução de problemas de cálculo de escala. (EF06GE08) – Medir distân...